O Mosteiro de São Vicente de Fora está localizado na Freguesia de São Vicente, Centro Histórico de Lisboa, entre Alfama e Graça, na Calçada de São Vicente, ao lado da Igreja de São Vicente de Fora (post do Brasília na Trilha).
Está ao lado da Rua de São Vicente e próximo do Campo de Santa Clara, onde é realizada aos sábados e às terças-feiras a Feira da Ladra (feira de objetos usados, antiguidades e artesanato, que existe desde 1272 e está nesta localidade desde 1882).

A região é bem movimentada, principalmente por ter muitas atrativos próximos: Igreja da Sé (850 metros), Miradouro Santa Luzia (550 metros), Miradouro das Portas do Sol (500 metros), Museu de Artes Decorativas Portuguesas (500 metros), Miradouro da Graça (400 metros), Igreja do Convento da Graça (400 metros), Castelo de São Jorge (700 metros), Panteão Nacional (400 metros) e muitos outros (os links são do Brasília na Trilha).
Para ir até o Mosteiro a melhor forma é de metrô até a Estação Santa Apolônia – Linha Azul, são 800 metros, ou a Estação Martim Moniz – Linha Verde, 750 metros. Saindo do metrô, a melhor forma de conhecer a região realmente é a pé, mas se preferir, pode pegar o Elétrico 28, Tuk Tuk (nunca usei), ônibus ou até mesmo de App de transporte/táxi. Veja mais informações de transporte no site do Mosteiro.
A entrada para o Mosteiro de São Vicente fica ao lado da Igreja. É uma entrada bem discreta logo à sua direita. Já tinha ido à Igreja algumas vezes e não o tinha observado. Somente percebi que existia o Mosteiro quando estava escrevendo sobre a Igreja no blog. Quando retornei a Lisboa, foi o primeiro local que fui visitar. Para consultar horários, preço e informações de visita guiada, clique aqui.

O grande destaque do Mosteiro são as riquíssimas coleções de azulejos que, combinados com a arquitetura e os objetos de arte, fazem deste espaço uma visita imperdível.
A Portaria era a entrada nobre do Mosteiro (foto abaixo), em estilo barroco do século XVIII. Aqui já se tem uma amostra do que vai encontrar lá dentro.

Passando a Portaria tem um pequeno Museu de Arte Sacra.

No Convento há dois claustros, o nascente e o poente, que dão aceso às mais importantes dependências. Nos claustros há 81 painéis de azulejos, 14.521 peças, que representam fábulas, paisagens, vistas marítimas, cenas da corte, de caça, pastoris e campestres.

A Capela Meninos de Palhavã é uma Capela Tumular de D. Antônio e D. José, filhos legitimados de D. João V. Seu nome é uma referência ao Palácio de Palhavã, onde os filhos do Rei residiam; atualmente, o edifício abriga a Embaixada da Espanha.
O Panteão Patriarcas de Lisboa era a antiga Sala do Capítulo, atualmente uma simples Capela onde estão os túmulos dos Cardeais-Patriarcas de Lisboa desde D. Carlos da Cunha Meneses, falecido em 1825.

O Panteão da Casa de Bragança era o antigo refeitório do Convento, onde hoje estão sepultados os restos mortais de muitos dos Reis, Príncipes e Infantes da quarta e última dinastia real portuguesa (encerrada com a Proclamação da República em 1910) – a Dinastia de Bragança, dentre os quais: D.João IV, que deu início à Dinastia, e D. Manuel II, último rei. No corredor de acesso estão os túmulos do Duque da Terceira, da Duquesa da Terceira e do Duque de Saldanha.

A Sacristia é belíssima, com paredes revestidas de mármore e teto pintado a óleo sobre tela, colado sobre madeira. Sobre a porta de entrada há um busto inserido num medalhão, representando D. João V. O mobiliário é composto por dois arcazes (arca grande com gavetões) de jacarandá do Brasil.

As Fábulas de La Fontaine são do poeta e fabulista francês do século XVII, Jean de La Fontaine, considerado o pai da fábula moderna. Sua grande obra, “Fábulas”, foi escrita em três partes, entre 1668 e 1694, seguindo o estilo do autor grego Esopo. Os contos, cujos personagens são geralmente animais, narram histórias sobre a vaidade, a avareza, o orgulho, a estupidez, a agressividade humanas com o objetivo de passar uma lição de moral. Algumas fábulas escritas e reescritas por ele são A Lebre e a Tartaruga, O Homem, A Cegonha e a Raposa, O Menino e a Mula, O Leão e o Rato, O Carvalho e o Caniço, a Raposa e a Uva.
Ao longo do século XVIII foram publicadas três edições de suas fábulas, sendo a primeira a mais famosa, e a escolhida para ter suas histórias retratadas em 38 paineis de azulejo, criados especialmente para o Mosteiro de São Vicente de Fora.

A Capela de Santo Antônio está localizada no mesmo sentido dos painéis de La Fontaine, basta subir as escadas.

a Capela foi construída em 1740 e era a cela de Santo Antônio (quarto de dormir) durante os anos em que foi Cônego regrante de Santo Agostinho.

Nesta Capela esteve uma lápide (atualmente no interior da igreja) com inscrição em caracteres góticos, referente à sepultura de Teresa Taveira, mãe de Santo Antônio.
O Terraço é um bônus nesta visita, e que bônus, principalmente em dia de sol. Além de contar com mais alguns painéis de azulejos, tem-se uma bela vista da cidade e do Rio Tejo. Destacam-se também a vista do Panteão Nacional e dos Claustros do Mosteiro; e a possibilidade de apreciar de perto as torres, os sinos e todos os detalhes da arquitetura.
Confira o terraço do Mosteiro de São Vicente de Fora no vídeo abaixo.
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