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    Roteiro de Bike – Passadiço Ribeirinho de Loures – Lisboa (Portugal)

    Passadiço Ribeirinho de Loures

    O Passadiço Ribeirinho de Loures é uma passarela de madeira, do tipo palafita, às margens do Rio Tejo, sobre uma zona de sapais e lodaçais, destinada a pedestres e bicicletas, com de 6,15 km de extensão. Começa em Bobadela, na Ponte Ciclo pedonal do Rio Trancão (a 1,5 km da Ponte Vasco da Gama – percorremos este trecho de bike também) e termina em Santa Iria da Azóia, no Concelho de Vila Franca de Xira. O passadiço foi concluído em setembro de 2023, logo após a Jornada Mundial da Juventude. Liga as cidades de Lisboa, Loures e Vila Franca de Xira.

    Ponte Ciclo Pedonal do Rio Trancão – início do passadiço
    Ponte Vasco da Gama
    Ponte Vasco da Gama
    Ponte Vasco da Gama
    Ponte Vasco da Gama

    O percurso ciclo pedonal tem 14 pontes, 14 túneis de sombra e luminárias autônomas com células fotovoltaicas. Futuramente serão plantadas cerca de 1.600 árvores de pequeno porte e 42 mil arbustos.

    Quando fizemos este roteiro

    Dia 21 de abril de 2024, em um dia agradabilíssimo, com temperatura em torno de 22ºC e céu de brigadeiro. Combinação perfeita para um passeio de bike.

    Repeti o roteiro mais duas vezes.

    Qual bike usamos

    Em nossos passeios em Lisboa costumamos utilizar as bicicletas da GIRA e aqui no Brasília na Trilha já publicamos um post explicando como funciona o aluguel dessas bicicletas. É uma excelente opção, tanto pela praticidade quanto pelo valor. Há estações por toda a cidade e para utilizar é preciso baixar o app da Gira no celular e se inscrever com o cpf e um cartão de crédito.

    A Gira tem bicicletas mecânicas e elétricas. Nós usamos a elétrica, na verdade uma assistência elétrica, pois é necessário pedalar também. Outra opção é alugar uma bike em qualquer loja do ramo, mas neste caso, tenha certeza que vai ser bem mais caro.

    De onde partimos

    Partimos da Estação 134 da Gira, a cerca de 300 metros do apartamento onde nos hospedamos pelo Airbnb, em Olivais Sul (próximo da região do Parque das Nações – cerca de 2 km, e a 500 metros do Parque Vale do Silêncio).

    Estação Gira 134 – Olivais Sul
    Estação Gira 134 – Olivais Sul

    Em um raio de 500 metros do apartamento tem quatro Estações da Gira.

    Como foi o passeio

    O roteiro principal era o do passadiço de Loures, porém, pedalamos 6,5 km até seu início, na Ponte Ciclo Pedonal do Trancão.

    Observação 1: não se esqueça de usar protetor solar e levar água.

    Observação 2: quem quiser fazer o percurso a pé, dá pra chegar de transporte público à região ou de carro até o estacionamento que fica próximo da Ponte do Trancão.

    Estacionamento próximo à ponte ciclo pedonal do Rio Trancão

    Saímos de Olivais Sul, Estação da Gira 134, passando pelo Parque Vale do Silêncio e a região do Parque das Nações.

    Paramos na Estação Gira 108, próxima do imponente Hotel Myriad. Esta primeira etapa foi de 3,5 km apenas. A parada foi estratégica, pois a cada 45 minutos é necessário devolver a bike em uma Estação Gira, aguardar pelo menos cinco minutos e pegar a bicicleta novamente, para não ter que pagar mais dois euros (este procedimento está descrito no post do Brasília na Trilha). Até chegarmos ali, apreciamos, mais uma vez, a beleza da região do Parque das Nações. O percurso é curto, mas paramos várias vezes e consumimos quase os 45 minutos.

    Hotel Myriad
    Estação Gira 108

    Da Estação 108 percorremos mais 3 km, passando sob os pilares da Ponte Vasco da Gama até a foz do Rio Trancão, onde começa o passadiço de Loures.

    Parque onde foi realizada a Jornada Mundial da Juventude 2023 e onde será o Rock in Rio/Lisboa 2024
    Ponte Vasco da Gama

    Observe que um pouco antes da Ponte Vasco da Gama tem uma passarela de curta distância, onde tem uma placa que indica que é proibido o uso de bicicletas (foto abaixo), então, para evitar problemas desça da bike e a empurre ou procure um caminho alternativo.

    Placa de proibido trânsito de bicicletas

    Na primeira vez que fizemos o passeio nó empurramos as bikes neste trecho que é proibido pedalar, mas nas outras duas vezes que fizemos o passeio pegamos uma trilha bem próxima – é fácil identificá-la. Da trilha a vista da região ainda é mais bonita.

    Na foz do Rio Trancão tem uma ponte pedonal onde se inicia o passadiço. Dali até o final do passadiço são 6,15 km.

    No total, nosso passeio teve 3,5 km + 3,0 Km + 6,15 Km, ou seja, 12,65 km, somente a ida, totalizando 25,30 km ida e volta.

    Quando pegamos a bike na Estação 108, sabíamos que não daria tempo de fazer o percurso em 45 minutos, fizemos em 90 e pagamos mais dois euros pelo uso de cada bicicleta, por não ter nenhuma Estação Gira no percurso, não sendo, portanto, possível fazer a devolução estratégica da bike.

    Na volta, escolhemos a Estação Gira 115 para devolver as bikes, localizada a 500 metros do passadiço. Mesmo que tivéssemos partido dali, não seria possível fazer todo o percurso em apenas 45 minutos apenas para economizar dois euros ou pouco mais. Achamos mais importante curtir o visual com calma, parar para fotografar e admirar a paisagem.

    Devolvemos as bikes em uma das Estações Gira do Parque das Nações, caminhamos um pouco pela região e almoçamos.

    O almoço foi no Restaurante D’Bacalhau. A escolha do prato não poderia ser outra, bacalhau. O carro chefe do restaurante é uma opção que vem com quatro receitas de bacalhau (natas, broa, Brás e lagareiro). O prato serve bem três pessoas e custa 35 euros.

    Restaurante D’Bacalhau
    Bacalhau para todos os gostos

    Descansamos um pouco e pegamos novamente a bike para voltar para casa.

    Foi um dia “sensaincrível” (sensacional + incrível – palavra inventada pelo Brasília na Trilha)

    Repetição da trilha em outro dia

    Repetimos este roteiro mais duas vezes, fazendo pequenas alterações. A opção descrita acima é muito boa, as outras duas foram apenas experiências. Na terceira vez que fizemos este passeio, paramos menos e registramos no App STRAVA (clique nos links abaixo para acompanhar pelo STRAVA). Fizemos o registro no App em 4 partes:

    Para ir e voltar no passadiço usei dois tempos de 45 minutos da GIRA, mas se pedalasse um pouco mais rápido daria para fazer em 45 minutos a ida e a volta, utilizando desta forma apenas um tempo da GIRA. Entretanto o ideal é fazer em 90 minutos mesmo, para apreciar melhor a paisagem.

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