A Região da Capital Bruxelas é composta por 19 comunas, incluindo a Cidade de Bruxelas (em francês: Bruxelles-Ville ou Ville de Bruxelles e em neerlandês: Stad Brussel), que é a capital da Bélgica. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, Bruxelas tornou-se um importante centro de política internacional, com a presença das principais Instituições da União Europeia, bem como da sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Historicamente, a língua falada na Cidade de Bruxelas é a neerlandesa, entretanto, ao longo dos séculos XIX e XX, tornou-se uma região onde cada vez mais as pessoas falavam a língua francesa. Assim, os dois idiomas passaram a ser oficiais na Bélgica. O inglês também é muito utilizado, principalmente nas regiões turísticas.
A viagem para Bruxelas fez parte de uma viagem maior, confira no post Diário 7 – Portugal. Saímos do Brasil no dia 2 de abril de 2024 com destino a Lisboa, onde fizemos nossa base por três meses. De Lisboa, partimos para um passeio de quase duas semanas pelos Países Baixos, a Bélgica e Luxemburgo. A última cidade dos Países Baixos foi Roterdã, de onde partimos no dia 13 de abril para Bruxelas. Estávamos eu, minha esposa, nossa filha e uma amiga que mora em Portugal.
Em Roterdã, pegamos um ônibus bem próximo do hotel para a Estação Roterdã Central e embarcamos às 8h11 com destino à Estação Brussel (neerlandês ) ou Bruxelles (francês) – Bélgica. Uma curta viagem de duas horas.





Como iríamos passar apenas o dia em Bruxelas, utilizamos um locker (armário) da estação de Bruxelas Central para guardar nossas malas. No final do dia seguiríamos para Bruges, onde nos hospedaríamos.
É bem simples e prática a locação do armário. No monitor local, escolhemos o armário, efetuamos o pagamento e definimos a senha. Pode-se escolher entre os tamanhos M, L, XL e XXL e o período: 24 horas ou uma semana. Escolhemos o armário de tamanho XXL, e pagamos 13,50 € por 24 horas. Coube quatro malas de bordo.


Para melhor compreensão, dividi em três partes nosso roteiro em Bruxelas. Acompanhe pelos mapas.
Partimos da estação de trem Bruxelles Central, passando pela Ravenstein Gallery, para acessar a cidade alta (a galeria conecta a cidade baixa à cidade alta). Uma cúpula de tijolos de vidro e afrescos “astrais” são as características especiais desta passagem.






Saindo da galeria pegamos o rumo do Parc de Bruxelles. Passamos pelas escadas que ladeiam uma pequena fonte e depois pela estátua em homenagem ao General francês Augustin-Daniel Comte Belliard – que lutou nas Guerras Napoleônicas. A estátua mostra o general em seu traje militar, segurando com a mão direita a primeira constituição da Bélgica (parte dela está quebrada).


O Parc de Bruxelles, também conhecido como Parque Real, foi o primeiro parque público da cidade, tendo sido originalmente projetado entre 1776 e 1783. É o maior parque da região central de Bruxelas, tem uma área de 13 hectares e formato retangular. Em uma das laterais está a Place des Palais/Paleizenplein e o Palácio Real e, no lado oposto, na entrada principal do parque, o Parlamento Belga (Palácio da Nação). O parque é bem arborizado, com largas esplanadas de terra batida e uma fonte ao centro. Cerca de sessenta esculturas, inspiradas principalmente na mitologia greco-romana, estão espalhadas por todo o parque.






Tanto o parque quanto a região ao redor mereciam ter sido mais exploradas, entretanto, nossa passagem por Bruxelas foi rápida e não daria tempo de ver tudo. Seguimos então em direção à Catedral de São Miguel e Santa Gudula, observando pelo caminho as belas edificações.




A igreja católica Catedral de São Miguel e Gudula começou a ser construída no início do século XIII, sob a liderança de Henrique I, Duque de Brabante. Esse período coincide com o surgimento do estilo gótico na região. Foi concluída depois de quase 300 anos, no reinado do Imperador Carlos V.

Anteriormente, havia no local uma capela dedicada a São Miguel, construída no século IX. No século XI, a capela foi substituída por uma igreja românica que, em 1047, tornou-se uma “colegiada“. As relíquias de Santa Gudula foram transferidas para lá, tornando-se assim “a Colegiada de São Miguel e Santa Gudula”.
Conheça mais sobre a catedral e o programa de visitação. A visita à igreja é gratuita, mas a visita às escavações arqueológicas, ao tesouro e à cripta é paga (€ 2, € 3 e € 4, respectivamente).
Na lateral da igreja tem uma estátua do Cardeal Belga Désiré-Joseph Mercier, um defensor da resistência belga à ocupação alemã, em 1914. Seu pensamento social teria influenciado o cardeal Leo Joseph Suenens em defesa da reforma da Igreja durante o Concílio Vaticano II (1962-1965).

Em frente à Catedral tem uma praça com o busto do Rei Balduíno (Buste du Roi Baudouin) no centro – Parc de la statue Roi Baudouin.



Iniciamos a segunda parte do passeio partindo da Catedral (último atrativo da parte 1) e finalizando no Cafè Leffe, onde almoçamos.
O primeiro destino foi a famosa Galeries Royales Saint-Hubert. Antes de entrar, nos chamou a atenção a escultura La Chatte à Bicyclette (A Gata de Bicicleta), na Rue de l’Ecuyer. A obra é do escultor francês Alain Séchas (2005).


Entramos nas luxuosas Galeries Royales Saint-Hubert, divididas em duas seções maiores: Rei e Rainha; e uma seção menor dedicada aos Príncipes. Sua extensão é de 213 metros de comprimento e foi construída entre 1846 e 1847.



Nas Galerias Reais encontram-se lojas de luxo, cafeterias, teatro, cinema, museu, restaurante, livraria e, claro, lojas de chocolate. Para mim, os melhores chocolates que já provei. Muitas lojas oferecem degustação, aproveite. A estrutura interna conta com teto de vidro, sustentado por uma série de arcos e iluminação cenográfica em LED, que permite a projeção regular de som e luz. A galeria é frequentada por locais e, especialmente, por turistas.
Saímos da Galeria na Rue du Marché aux Herbes, bem movimentada, com bares, restaurantes e cafeterias, além de boa música de rua.

Estávamos perto de outro atrativo da cidade, a Grand Place, mas antes, mudamos a rota e fomos apreciar outra iguaria da Bélgica, a cerveja. Escolhemos a cervejaria Delirium.


O nome oficial é Delirium Café Bruxelas, na prática, uma cervejaria com mais de 2 mil opções de cervejas de todo o mundo. O Delirium Café detém, desde 2004, o Recorde Mundial do Guinness de maior número de rótulos de cervejas disponíveis. Vale a pena experimentar algumas, de preferência uma belga. O nome do bar vem da cerveja Delirium Tremens (produzida pela cervejaria da família Huyghe), cujo símbolo do elefante rosa também decora a entrada do bar, que fica em um pequeno beco chamado Impasse de la Fidélité (Beco da Fidelidade).



Depois de uma boa cerveja, seguimos para a Grand Place, centro geográfico, histórico e comercial da cidade, e o principal local a ser visitado por quase todos os turistas.

A arquitetura dos edifícios é fantástica, principalmente do Museu da Cidade de Bruxelas, localizado na Maison du Roi (Casa do Rei) ou Broodhuis (Casa do Pão) e da Brussels Town Hall (prefeitura). É considerada uma das praças mais bonitas do mundo, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1998.






Continuamos o passeio por ruas movimentadas, pelas lojas de souvenir, de waffle e mais lojas de chocolate.





Passamos também em frente à famosa estátua Manneken Pis – um dos símbolos mais representativos e queridos de Bruxelas, inspirando diversas lendas, além de inúmeras imitações e estátuas semelhantes, tanto no país quanto no exterior. Criado em 1388, o Manneken Pis é uma estátua de cerca de 50 centímetros que representa um menino pelado urinando na pia de uma fonte. A que está exposta no cruzamento da Rue de l’Étuve/Stoofstraat com a Rue du Chêne/Eikstraat é uma réplica, instalada em 1965.


No Rio de Janeiro tem uma estátua semelhante a de Bruxelas, com um metro de altura, conhecida como Manequinho, feita em 1908, e instalada inicialmente em frente à Biblioteca Nacional, mas após reclamações sobre imoralidade, foi transferida para a sede do Botafogo de Futebol e Regatas, onde foi adotada como mascote pelo Clube. Os fãs a vestem com a camisa do Botafogo após vitórias importantes do time. E eu, como bom botafoguense, estive lá no dia seguinte da conquista do título de Campeão Brasileiro de 2024. Outra estátua do Manequinho está no camarote do Botafogo no estádio Nilton Santos, que também conhecemos. Veja no Brasília na Trilha o post do Estádio Nilton Santos no dia da conquista do Campeonato Brasileiro de 2024.
Já era quase 15 horas e ainda não tínhamos almoçado, seguimos então à procura de um local para almoçarmos, mas no caminho ainda passamos na porta da Igreja de Nossa Senhora da Capela (Église Notre-Dame-de-la-Chapelle), na Place de la Chapelle. De origem católica, ela é dedicada à Nossa Senhora da Capela. Como estava fechada, apenas a fotografamos por fora e apreciamos seu entorno, destacando a estátua do pintor Pieter Bruegel (um dos artistas mais importantes da pintura renascentista holandesa e flamenga), e o Obelisco Chapelle (uma fonte construída em 1765, que foi removida e depois reconstruída e colocada no lugar original em 2005).



Ao lado da igreja tem uma pista de skate, a Skatepark Chapelle, onde montaram um pequeno palco para apresentação de uma banda, até assistimos um pouco.
Enfim, nos sentamos para comer no Café Leffe e tomar mais uma cerveja belga, é claro. Encerramos no almoço a segunda parte do passeio.

Partimos do Café Leffe para a terceira e última parte de nosso passeio por Bruxelas, iniciando pela Place du Grand Sablon e a Église Notre-Dame des Victoires au Sablon, que ficam em frente ao Café Leffe.
Na Place du Grand Sablon o destaque é a Fountain of Minerva – uma escultura de Minerva cercada por cupidos, segurando um medalhão com retratos do Imperador Francisco I e da Imperatriz Maria Teresa. A escultura foi doada à cidade pelo Lord Bruce, que foi um exilado político em Bruxelas por 40 anos. Ela foi concluída em 1751, após sua morte.

Ao redor da Grand Sablon tem um comércio diversificado, incluindo lojas de antiguidades, butiques de moda, hotéis, restaurantes, casas de leilões, e principalmente, muitas confeitarias e chocolaterias belgas de renome. Aos sábados e domingos, a praça recebe o Mercado de Antiguidades e Livros.

Entre as praças Grand Sablon e Petit Sablon encontra-se a bela Igreja de Nossa Senhora das Vitórias no Sablon (em francês: Église Notre-Dame des Victoires au Sablon), igreja católica construída no século XV.



A igreja fica aberta 365 dias por ano e recebe 500 mil visitantes todos os anos. A entrada é gratuita. Também é possível visitá-la virtualmente. Seu exterior é em estilo gótico e o interior tem uma mistura de estilos, entre eles o gótico, o neogótico e o barroco. Os vitrais, altares laterais, capelas, órgãos e obras de arte são bem bonitos, vale a pena conhecê-la. Está aberta das 10 às 18 horas nos dias de semana e das 9 às 18 horas nos sábados e domingos.
Do outro lado da igreja está o Petit Sablon, um lindo jardim inaugurado em 1890, com árvores e arbustos, cercas vivas, canteiros de flores e gramados muito bem cuidados, alguns bancos de madeira e várias estátuas. Delimitando o Petit Sablon tem uma cerca de ferro forjado ornamentada, com várias estátuas sobre altos pilares de pedra em toda sua extensão. São 48 estátuas representando uma ou mais profissões históricas. No centro do jardim encontra-se a Fonte dos Condes de Egmont e Horn, símbolos da resistência contra a tirania espanhola, que desencadeou a Revolta Holandesa, rodeada por um semicírculo de dez estátuas de mármore branco de Carrara, de figuras políticas, intelectuais e artistas do século XVI. Destacam-se, ainda, nove touceiras esculpidas de buxo, representando as nove províncias belgas da época, e uma coroa representando o reino como um todo. Como o nome já diz é um jardim pequeno em tamanho, mas grande em beleza e importância.
Da Rue de la Régence (rua entre a igreja e a Petit Sablon) é possível observar no final da rua, à esquerda, a Place Poelaert, e no final da rua, à direita, a Place Royale. Não era possível visitar as duas, então seguimos para a Place Royale, pois ficava no sentido e mais perto da Estação Bruxelles Central, onde pegaríamos um trem para outra estação de Bruxlas, a Estação Bruxelles Nord.
Antes de seguirmos para a Place Royale, no entanto, observamos de longe a Place Poelaert, que é a maior praça de Bruxelas, e o edifício do Tribunal de Bruxelas. De tão imponente, ele pode ser visto de alguns pontos da cidade. É considerado o maior edifício construído no século XIX e continua sendo um dos maiores do mundo. Nesta praça está também a Grande Roue Place Poelaert (roda gigante), conhecida como “The View”.



Voltando ao roteiro, seguimos para a Place Royale admirando vários edifícios pelo caminho, entre eles o do Museu dos Antigos Mestres. A seu lado está o Jardim das Esculturas, presumivelmente no local do primeiro jardim botânico (projetado no final do século XVIII). Ali o verde combina com a arte: árvores notáveis e algumas esculturas com tema feminino.




A Place Royale é imponente, histórica e neoclássica, construída no século XVIII, sobre as cinzas do Palácio Coudenberg. Dali tem-se bela vista da cidade.

No centro da praça está a estátua equestre de Godofredo de Bouillon (líder de destaque da Primeira Cruzada e o primeiro governante do Reino de Jerusalém, de 1099 a 1100).

A praça é cercada por diversos museus e pelo imponente edifício onde está a Igreja de São Tiago em Coudenberg (ao centro do edifício). À direita da Igreja, o ING Art Center e, à esquerda, o Tribunal Constitucional da Bélgica.

A Igreja de São Tiago em Coudenberg é uma igreja católica dedicada a São Tiago, um dos Doze Apóstolos de Jesus, foi construída entre 1776 e 1787. No século XIX, a edificação recebeu uma cúpula, uma torre sineira e um afresco colorido. Em 1986, passou a ser uma Catedral do Ordinariato Militar da Bélgica.
Da Place Royale, a intenção era seguir para a Estação Bruxelles Central, mas no caminho nos deparamos com o Garden of the Kunstberg, também conhecido como Mont des Arts, que foi criado para a Exposição Universal de 1910 e adaptado na década de 1950.
O Jardim do Kunstberg inclui também a Biblioteca Real da Bélgica(KBR), o Arquivo Nacional da Bélgica e a Praça – Centro de Reuniões de Bruxelas (um cubo de vidro e aço que compõe a nova entrada do centro de convenções).
Do Jardim tem-se uma bela vista panorâmica da cidade, sendo possível avistar a torre da Prefeitura de Bruxelas, na Grand-Place, a Basílica de Koekelberg e até mesmo o Atomium. Aproveitamos para nos sentarmos num degrau da escadaria e admirarmos a vista ao som de boa música. O local serve ainda como uma transição entre as partes alta e baixa de Bruxelas.
No parte baixa do Jardim está a estátua equestre de bronze do Rei Alberto I, terceiro rei dos belgas, do escultor Alfred Courtens, inaugurada em 1951.

Atravessamos a rua para a Place de l’Albertine, em formato semicircular, aos pés do Mont des Arts, construída sobre o túnel ferroviário Norte-Sul. Ali está a estátua da Rainha Elisabeth (casada com o Príncipe Alberto, que mais tarde se tornou Rei Alberto I). Em Brasília, tem um busto da Rainha na entrada da Residência da Bélgica. A escultura é de René Clique (1980).


Atravessamos da Place de I’Albertine para a Place de la Putterie (cerâmica), local onde ficava a maioria dos ceramistas de Bruxelas.


Na Place de Ia Putterie está mais uma igreja católica, a Église Sainte-Marie-Madeleine. A Capela da Madalena fazia parte de um convento construído no século XIII e destruído em 1580 pelos calvinistas. A última grande restauração da igreja atual foi em 1957-1958. Os vitrais datam desse período. Nessa ocasião, uma outra capela, Capela de Sainte-Ann, foi adicionada ao transepto esquerdo (veja na foto abaixo, à direita), cuja fachada barroca sobreviveu ao bombardeio de 1695. Bastante interessante a junção de duas igrejas de estilos diferentes.


Por fim, seguimos por mais alguns poucos metros e chegamos à Estação Bruxelles Central, onde pegamos nossas malas no locker e tomamos o trem para estação seguinte, Bruxelles Nord (a menos de cinco minutos uma da outra).





Da Estação Nord seguimos a pé até o local de embarque do ônibus da Flixbus para Bruges, nosso destino pelos próximos três dias. A viagem levou pouco mais de uma hora. O trajeto da estação até o ponto de ônibus acabou sendo mais longo do que esperávamos e foi até difícil encontrá-lo, pois havia obras no caminho e não havia sinalização. Foi uma aventura achar o local certo de embarque. Se nossas bagagens não estivessem no locker da Estação Central, poderíamos ter pego um Uber até o ponto de ônibus.

O Flixbus é uma boa alternativa de transporte, principalmente com relação ao preço dos bilhetes, entretanto, os locais de embarque/desembarque nem sempre são sinalizados e fáceis de encontrar. Tivemos o mesmo problema em outras viagens.
Compramos a passagem do ônibus no aplicativo da OMIO, mas poderíamos ter comprado no App da Flixbus.
Partimos de Bruxelas por volta de 19 horas. Conhecemos muita coisa em pouco menos de dez horas na cidade. Talvez um dia a mais em Bruxelas fosse o ideal, ou dois, se quiser visitar alguns museus, por exemplo.
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