Dia 11 de fevereiro de 2020, saímos cedo do hotel em Covilhã e passamos rapidamente para conhecer a região do Miradouro (mirante) da Porta do Sol, que não tínhamos visitado nos dias anteriores, e seguimos para o próximo destino, Leiria, onde iríamos dormir.
A programação na verdade era fazer Leiria de base, pois já conhecíamos a cidade e também o Hotel D. Diniz, onde iríamos nos hospedar.
Antes de Leiria passamos em Fátima, distante 200 km de Covilhã e apenas 30 km antes de Leiria. Já conhecíamos Fátima também, mas queríamos assistir uma Missa e visitar a Rua dos Pastorinhos, em Aljustrel, que não tínhamos visitado da outra vez.
Chegamos a Fátima bem na hora da Missa, que foi celebrada na Capelinha das Aparições.


Passamos depois da missa, rapidamente, na Loja do Santuário e na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Como estávamos apenas de passagem por Fátima, fizemos uma coisa que não costumamos fazer por questão de segurança: deixamos o carro estacionado com as malas no porta-malas! Apesar de roubos em carros não serem comuns em Portugal, é sempre arriscado fazer isso. Não tivemos problemas, mas não queremos repetir.
Finalizado o passeio no Santuário, pegamos o carro no estacionamento e fomos almoçar. Em seguida, fomos conhecer a Rua dos Pastorinhos, em Aljustrel. Fui com pouca expectativa, imaginando conhecer apenas a casa de Lúcia, mas me surpreendi com o local.
Rua dos Pastorinhos e Rua dos Valinhos.
Estacionamos logo que vimos as primeiras lojas de artesanato, lembranças, roupas e cerâmicas. Estas lojas dão um colorido especial ao lugar. Existe também um Parque de Estacionamento um pouco mais a frente, gratuito.



Durante o ano de 1916, os três pastorinhos afirmam terem testemunhado três aparições de um anjo que se identificou como o “Anjo da Paz” ou “Anjo de Portugal”. Afirmaram ainda terem presenciado, em 1917, seis aparições de Nossa Senhora, entre 13 de maio e 13 de outubro daquele ano.
Os três pastorinhos – Lúcia dos Santos (com dez anos na época das aparições) e os seus primos maternos Francisco Marto (oito anos) e Jacinta Marto (sete anos), ambos irmãos, nasceram e viveram na Aldeia de Aljustrel, pertencente a Fátima.
Primeiro passamos pela casa dos pais de Francisco e Jacinta, pequena e simples, e depois pela casa dos pais de Lúcia, maior que a casa dos primos, com estábulo para as ovelhas e um amplo quintal. A vida era muito simples e precária, embora não fossem considerados pobres.
Seguimos pela Rua dos Valinhos para conhecer as quinze Estações da Via Sacra, o Calvário Húngaro, a Loca do Cabeço e o Monumento à Nossa Senhora. Tudo inserido num parque chamado Valinhos, um local de paz e muito bonito.
Tem um estacionamento em frente à entrada de Valinhos também. Se preferir caminhar, é possível andar por toda a região a pé, desde a Casa dos Pastorinhos até o final da Via Sacra – aproximadamente 1,5 km.
Voltada para a Vila de Aljustrel, em Valinhos, encontra-se a Loca do Cabeço, onde estão as estátuas do anjo e das três crianças, recordando a aparição do Anjo da Paz, que antecede as Aparições de Nossa Senhora. Neste local ocorreram a primeira e a terceira aparição do Anjo da Paz aos pastorinhos. A segunda aparição foi no quintal da casa de Lúcia, no local chamado Poço do Arneiro (foto no slide acima).




Entre a 8ª e a 9ª estações da Via Sacra no Caminho dos Pastorinhos fica o local onde ocorreu a quarta aparição de Nossa Senhora, em 19 de agosto de 1917. O monumento que assinala o evento foi construído com ofertas dos católicos húngaros.

Antes de seguirmos para Leiria, passamos para conhecer a Igreja Matriz de Fátima, onde os três pastorzinhos foram batizados. A padroeira desta Igreja é Nossa Senhora dos Prazeres.




Já era fim do dia, hora de ir para nossa base em Leiria. Já estivemos lá em novembro de 2018 (fiz duas publicações de Leiria em 2018). Repetimos o mesmo hotel de 2018, D. Diniz, e jantamos no mesmo Restaurante Montecarlo. Neste dia demos apenas uma pequena volta pela cidade para recordar alguns pontos.




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