Ela leva o nome de um ilustre personagem, o Senador José Bento Leite Ferreira de Mello, que viveu entre os anos de de 1785-1844. Apesar de natural de São Gonçalo do Sapucaí – MG, foi em Pouso Alegre, quando chegou, aos 27 anos, que fez sua carreira como pároco, jornalista e político, sendo Senador do Império nos seus dez últimos anos de vida. Sua história termina tragicamente, assassinado em uma tocaia. O local no qual foi assassinato em 1844 é atualmente uma rua que leva o nome do meu bisavô, Pedro Caldas Rebello, o mesmo que citei na postagem da Capela de Nossa Senhora Aparecida, mundo pequeno este. Aprendi várias coisas sobre o Senador e a cidade de Pouso Alegre lendo o livro do Historiador Eduardo A.O. Toledo, “Estórias do Mandu”, que meu pai recebeu autografado em seu lançamento em 1998. Um livro interessantíssimo de causos da cidade, que já li e reli.


A praça foi inaugurada em 1884 e até hoje reúne velhos amigos para baterem um bom papo e crianças, que correm de um lado para outro. Apesar de ser relativamente pequena tem os principais atrativos de uma praça: fonte luminosa da independência, inaugurada na década de 1930, a Igreja Matriz, no caso de Pouso Alegre, a Catedral, muitas árvores frondosas, bancos e o obelisco de Nossa Senhora da Conceição, inaugurado em 1904. Faltou um coreto, comum nas praças das cidades (e que eu jurava que tinha nesta também).
Existe em Pouso Alegre um grande acervo da história da cidade onde encontrei um vídeo muito interessante sobre a Praça, vale a pena conferir no Pouso Alegre . net. O vídeo mostra quando a iluminação foi colocada na praça, diga-se de passagem, Pouso Alegre foi a primeira cidade do Sul de Minas a ter energia elétrica, em 1907.
Assista o vídeo Histórias e Memórias – A Praça Senador José Bento, produzido pelo Museu Tuany Toledo e TV Câmara Pouso Alegre.
Ao redor da Praça é possível também apreciar alguns prédios antigos ainda preservados, como o Clube Literário e Recreativo, que foi fundado em 1902; e o antigo Fórum, atualmente Biblioteca Pública Municipal Prisciliana Duarte de Almeida – Centro Cultural Cleonice Bonillo Fernandes.



É também na Praça Senador José Bento que começa a Avenida mais conhecida, mais importante e uma das mais antigas da cidade, a Avenida Dr. Lisboa. Antigamente era chamada Avenida do Imperador em homenagem ao Imperador Dom Pedro I. Em 1916 passou a ser chamada Avenida Dr. Lisboa, uma homenagem ao médico, nascido em Campanha – MG, e que trabalhou como clínico geral por 50 anos em Pouso Alegre. Neste período, foi também vereador por dois mandados, faleceu em 1903. No site PousoAlegre.net tem um vídeo da História da Avenida, que vale a pena conferir.

A Avenida Dr. Lisboa já teve importantes e tradicionais pontos comerciais como a Agência Rebello e o Bar Recreio, ambos fundados pelo meu querido avô José Rebello; também as lojas Andare e Vitale, dentre outros comércios.
É uma rua extensa, cerca de 1,2 km. Uma boa parte é comercial, principalmente o trecho que é paralelo à Avenida Dr. Lisboa (avenida que começa na Praça Senador José Bento). O trecho mais interessante dela sofreu recentemente uma grande transformação: calçadas mais largas, sistema de águas pluviais, nova pavimentação, bancos, iluminação, lixeiras e paisagismo, ficou realmente muito bom.
Começando pelo Banco Itaú (esquina com a Avenida Vicente Simões) e subindo, tem várias lojas interessantes: perfumaria, ótica, bijuteria, vestuário, calçado, magazine e muito mais, além da Sorveteria Chiquinho e dos Cafés da Kopenhagen e Cheirin Bão.
A Praça João Pinheiro é a segunda mais importante da região central da cidade. Ela está localizada a quatro quarteirões da Praça Senador José Bento, e por muitos anos teve a Rodoviária bem à sua frente.

A Praça é bem grande, com bancos e árvores frondosas; um bom local para se fazer uma caminhada.

Em frente à Praça está a Capela de São Benedito e, bem próxima, está a Capela de Santa Teresinha.

Em um dos vértices da Praça há um relógio de sol, inaugurado em 1973, em comemoração ao 125º aniversário da cidade.

O Museu Histórico Tuany Toledo de Pouso Alegre tem um vídeo de 2012 em seu canal no YouTube contando detalhes sobre a Praça.
Desde minha infância ouço falar da tal “árvore grande”, mas não tenho lembranças de ter ido até lá para conhecê-la. Meu pai relata que muito antigamente, talvez na década de 1950, a região era bem isolada e o Exército usava para fazer suas manobras militares.
Atualmente a árvore está inserida em uma praça, de mesmo nome, em um bairro residencial bem populoso conhecido como Árvore Grande. Fica próxima do Estádio Municipal e também do Bairro São Carlos, onde estão a Igreja de São José Operário e o Seminário Arquidiocesano.
Depois de tantos anos, graças ao blog, tive a curiosidade de visitá-la (fui no final de 2021) e a registro abaixo. A árvore está calçada com pedras e escoras de madeira para não cair. A espécie é uma Copaíba centenária, tombada como patrimônio histórico e cultural da cidade.
Um fato me chamou a atenção: na reportagem do PousoAlegre.Net, intitulada “Praça da Árvore Grande é Revitalizada em Pouso Alegre”, de maio/2020, aparecem fotos de uma segunda árvore bem grande, um Ficus, maior que a famosa Copaíba. Porém, em novembro de 2021, quando fui à Praça, estava lá apenas o parquinho e a árvore grande. O Ficus não existe mais. Pesquisei e encontrei a causa: ela caiu no dia 6 de janeiro de 2021, conforme vídeo do Presidente da da Câmara de Vereadores de Pouso Alegre, Bruno Dias.

O objetivo principal aqui é falar da Feira do Produtor Rural, porém, como ela é montada em uma grande área asfaltada em frente à Rodoviária e à Praça da Rodoviária, vou registrar minhas impressões.
A Rodoviária de Pouso Alegre parece ser bem cuidada e limpa.

Já a Praça ao lado da rodoviária tinha tudo para ser um local agradável (e já foi um dia), está bem descuidada, uma pena. Suja, calçadas quebradas, cercas horríveis e jardim mau cuidado. O local tem uma pista de skate e uma área para crianças com uma “pista de trânsito para educação infantil”. A praça deveria ser um cartão postal e não precisaria de um investimento alto para melhorar, mas parece que ainda não foi vista desta forma pela prefeitura. Imagine como seria bom descansar em um banco da praça ou tomar um café enquanto espera seu ônibus, ou poder levar seus filhos para brincar?



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