Gante (em neerlandês e alemão Gent, em francês Gand) é uma cidade belga, capital da província de Flandres Oriental. Está localizada praticamente na metade do caminho entre Bruxelas (47 km) e Bruges (53 km). Depois de Bruxelas, Gant é a cidade mais populosa da Bélgica.
A cidade foi um importante centro comercial e uma das cidades mais ricas do norte da Europa na Baixa Idade Média (período histórico entre os séculos XI e XV). Atualmente, Gante é um centro universitário, cultural e turístico com sua arquitetura medieval preservada.
A maioria dos historiadores acredita que o nome Gante é derivado da palavra celta ‘Ganda’, que significa confluência ou foz do rio, referindo-se ao Rio Lys (Leie) que deságua no Rio Escalda (Scheldt), que passam pela cidade. Outras fontes conectam seu nome com uma divindade obscura chamada Gontia.
A viagem para Gante fez parte de uma viagem maior, confira no post Diário 7 – Portugal. Saímos do Brasil no dia 2 de abril de 2024 com destino a Lisboa, onde fizemos nossa base por três meses. De Lisboa, partimos para um passeio de quase duas semanas pelos Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo. A última cidade visitada nos Países Baixos foi Roterdã, de onde partimos no dia 13 de abril para Bruxelas. Ali passamos apenas o dia e seguimos de noite para Bruges. Exploramos a cidade no dia seguinte (14/4) e no outro dia (15/4) fizemos um bate e volta de Bruges para Gante. Estávamos eu, minha esposa, nossa filha e uma amiga que mora em Portugal.
Em Bruges, embarcamos na Estação Central (bem ao lado do Hotel Ibis onde nos hospedamos) por volta de 10 horas com destino a Gante, onde chegamos trinta minutos depois. Compramos o bilhete no totem de autoatendimento da estação.



Chegamos em Gante na Estação Gent-Sint-Pleters. A ideia era ir ao centro histórico de bicicleta, mas não conseguimos encontrá-la no estacionamento… (brincadeirinha). O percurso até o centro era de 3 km, então, decidimos pegar um ônibus no terminal ao lado. Descemos do transporte no final da Niklaasstraat, bem perto da Igreja de São Nicolau.



Assim que saímos da plataforma da estação Gent-Sint-Pleters tivemos uma boa impressão de como seria nossa visita a Gante. A estação é bem bonita, construída para a Exposição Mundial de 1913 e desenhada pelo Arquiteto Louis Clocquet. É um edifício imponente de tijolos com uma torre de relógio bem alta. A decoração interna tem estilo mourisco, toda colorida com arabescos diferentes.




Chegamos ao centro histórico por volta de 11h30, teríamos praticamente meio dia para fazer o roteiro que planejamos. O tempo estava bem fechado, em alguns momentos com chuva, o que acabou atrapalhando um pouco.
Nos dois mapas abaixo estão indicados os locais que percorremos:
No primeiro mapa consta o início de nosso passeio na Sint-Baafsplein, praça cercada pela arquitetura monumental de seus edifícios: Belfort ou Campanário de Gante (Torre do Relógio), Catedral de São Bavão, Teatro Real Holandês e o Memorial Jan Frans Willems.
Em seguida, a Igreja de São Nicolau, (Sint Niklaaskerk), a Korenmarkt, a Sint-Michielsbrug (Ponte São Miguel) a Igreja de São Miguel, Gravensteen (Castle of the Counts ou Castelo dos Condes) e a Praça Veerle, de frente para o castelo.
O trecho do segundo mapa se inicia na Veerleplein (último ponto do mapa acima). Da praça, atravessamos a Vleeshuisbrug, Groentenmarkt, Vrijdagmarkt, St. Jacob’s Church, Graffiti Street e seguimos para o último destino, o Poeljemarkt, bem próximo de onde iniciamos o passeio.
A Sint-Baafsplein é uma praça relativamente nova, de 1897, isso se for comparada aos edifícios medievais que a cercam, como o Campanário e a Catedral de São Bavão.
Gante tem diversas praças, todas muito bonitas, mas a Baafsplein, não sei se por ter sido a primeira que visitamos, foi a mais impactante, principalmente pela imponência de seus edifícios medievais.
Na praça estão ainda o Teatro Royal Dutch Theatre (em holandês: Koninklijke Nederlandse Schouwburg – KNS) e o Memorial Jan Frans Willems.





A história da Catedral de São Bavão (Sint Baafskathedraal, em neerlandês) remonta a uma igreja dedicada a São João Batista no ano de 942. Depois, em meados do século XII, foi erguida uma igreja românica no local, cujos vestígios ainda podem ser encontrados na cripta decorada com murais.
Na Idade Média, Gante floresceu e se tornou uma cidade poderosa, permitindo a construção de igrejas maiores e mais suntuosas. A Igreja de São João foi convertida ao estilo gótico durante os séculos XV e XVI, e gradualmente assumiu sua forma atual. Em 1536, passou a se chamar Igreja de São Bavão.
Em 1559, foi fundada a diocese de Gante, que transformou a igreja na Catedral de São Bavão.

Consulte aqui os horários de funcionamento da Catedral. Consulte aqui suas obras de arte.
A Catedral oferece ainda um “Tour de Realidade Aumentada + Visita ao Retábulo de Ghent“. A obra do retábulo é intitulada “Adoração do Cordeiro Místico”, dos irmãos Hubert e Jan van Eyck, pintada por volta de 1432. O retábulo é formado por 12 painéis. A obra é repleta de histórias, foi saqueada por Napoleão, quase queimada pelos calvinistas e virou obsessão dos nazistas, que a queriam a qualquer custo. Esta visita é paga – consulte aqui os detalhes das pinturas do retábulo.
O Teatro Royal Dutch Theatre (em holandês: Koninklijke Nederlandse Schouwburg – KNS) é mais um edifício histórico na Sint-Baafsplein. Atualmente, é a casa da NTGent, uma companhia teatral com influência europeia, mas com raízes em Gante. A companhia cria suas próprias produções e a cada temporada, apresenta um vasto elenco de renomados atores flamengos e holandeses.
O teatro foi construído entre 1897 e 1899, em estilo eclético, predominando as características renascentistas.

O Campanário Medieval de Gante (em holandês, Belfort van Gent) teve a maior parte de sua construção no século XIV, usando pedra caliza cinza transportada da cidade belga de Tournai. O salão retangular adjacente foi construído para abrigar o comércio de tecidos que enriqueceu a cidade durante a Idade Média.
Ele tem 91 metros de altura, sendo o mais alto da Bélgica. Juntamente com os edifícios anexos, pertence ao conjunto de Campanários da Bélgica e da França, um Patrimônio Mundial da UNESCO.

O campanário simbolizava o poder e servia como sistema de alarme para a cidade, além de abrigar o primeiro relógio mecânico de madeira, em 1380. No campanário havia um carrilhão que tocavam para anunciar acontecimentos importantes, como incêndios, ataques inimigos e reuniões públicas. Serviam também para regular a vida cotidiana, marcando a o tempo e chamando os cidadãos à oração.

O Campanário da Sint-Baafsplein é um dos três campanários medievais de Gante, sendo uma atração turística popular muito visitada. É possível subir de elevador e do alto ter uma vista panorâmica da cidade. Infelizmente, não subimos.
O memorial dedicado a Jan Frans Willems (1798-1846) foi esculpido por Isidoor De Rudder e inaugurado em 1899. O memorial é composto por um pedestal de granito com um busto em relevo de J.F. Willems e um grupo de mármore branco que adorna o pedestal, simbolizando o despertar de Flandres: um jovem, símbolo do gênio flamengo, desperta uma virgem que representa Flandres.

Jan Frans Willems é conhecido como o “Pai do Movimento Flamengo”, foi fundamental na promoção da língua holandesa e da cultura flamenga durante o século XIX. A estátua serve como uma homenagem aos seus esforços na defesa dos direitos linguísticos e culturais da Bélgica.
A Igreja de São Nicolau (em holandês, Sint-Niklaaskerk) é mais uma igreja católica no centro histórico de Gante. Sua construção data do início do século XIII, em substituição a uma igreja românica anterior. Sua construção continuou pelo resto do século em estilo gótico local do Escalda (nomeado em homenagem ao rio próximo). Típicos desse estilo são o uso de pedras azul-acinzentadas da região da cidade de Tournai.



Não por acaso São Nicolau foi escolhido como padroeiro desta igreja paroquial. Os ricos comerciantes da região financiaram a construção da igreja e, portanto, escolheram o padroeiro dos comerciantes e dos marinheiros, capitães e padeiros: São Nicolau de Mira.
A torre central serviu como posto de observação e abrigou os sinos da cidade até a construção do vizinho campanário.
Um dos tesouros da igreja é seu órgão, produzido pelo famoso organeiro francês Aristide Cavaillé-Coll.

O Korenmarkt (Mercado de Trigo) é outra praça no centro histórico de Gante. Localizada entre o Rio Leie e a Igreja de São Nicolau, é um dos pontos turísticos mais importantes e famosos da cidade. Seu nome deriva do comércio de cereais, que remonta aos séculos X e XI, quando Gante era o centro comercial mais importante desses produtos.



A praça mais tarde se tornou o local onde as diligências dos correios chegavam e partiam, por este motivo, foi construído ali no inicio do século XX o imponente prédio dos correios (Old Post Office), destacando-se pela torre do relógio de aproximadamente 51 metros de altura e pelas fachadas ricamente decoradas, que incluem estátuas e brasões. Em 1998, os Correios venderam o idifício, onde funcionam atualmente uma galeria comercial, um bar e o luxuoso hotel 1898 The Post . Além dos correios, a praça é cercada por vários edifícios históricos, e muitos bares, cervejarias, restaurantes e cafeterias.

Na praça Korenmarkt é realizado anualmente o festival cultural Gentse Feesten, um dos maiores festivais da Europa, que começa na sexta-feira anterior ao terceiro domingo de julho e vai até o quarto domingo do mesmo mês, quando a cidade recebe mais de 1 milhão de visitantes.
A Korenmarkt conecta as duas ruas comerciais mais movimentadas de Gante, a Veldstraat e a Kortemunt.
A Igreja de São Miguel (holandês: Sint-Michielskerk) é uma igreja católica, que provavelmente teve sua construção iniciada em 1440, dentro do período da arte gótica. Após muitas interrupções, a obra foi concluída em 1672, embora a torre tenha permanecido inacabada. Apesar de sua construção ter levado mais de 200 anos, ela exibe uma notável unidade de forma e estilo, aderindo ao estilo gótico.




A igreja tem uma rica decoração interior com uma série de obras de arte especiais, incluindo uma escultura de Rombaut Pauwels, a estátua de mármore de “Nossa Senhora com o Menino” (baseada em uma obra de Michelangelo) e pinturas de Otto van Veen, Jan Boeckhorst e Anthony Van Dyck, como “Gólgota”, que significa “lugar da caveira” e se refere à colina fora dos muros de Jerusalém onde Jesus foi crucificado. A pintura retrata a crucificação de Cristo.
A Sint-Michielsbrug (Ponte São Miguel) está localizada entre a Korenmarkt e a Igreja de São Miguel, de onde se tem uma bela vista do Rio Leie e de suas margens: cais Korenlei, à margem esquerda; e cais Graslei, na margem oposta. Ambos faziam parte do porto medieval e agora são um ponto turístico e cultural da cidade.


A atual ponte monumental foi construída entre 1905 e 1909, após a construção dos Correios (Old Post Office). Tanto a Ponte de São Miguel quanto a Antiga Estação dos Correios foram projetadas pelo arquiteto Louis Cloquet.



A região no entorno da ponte é considerada uma das mais antigas da cidade, datando do século V, quando Gante era o centro do comércio de trigo no Condado de Flandres. A maioria das casas atuais no Graslei remonta à Idade Média, embora as fachadas monumentais tenham sido bastante modificadas nos séculos XVIII e XIX.
Ao lado da ponte tem uma escada que permite acessar as margens do rio, uma boa opção para apreciar a ponte e os edifícios históricos de outro ângulo. O cenário da ponte com a Igreja de São Miguel ao fundo é bem bonito.


Foi muito agradável caminhar pela margem até a ponte seguinte, a Grasbrug, que também proporciona uma bonita vista da região. Observe que ao lado da Grasbrug tem um quiosque para venda de ticket para o passeio de barco. Na cidade vizinha, Bruges, nós fizemos o passeio de barco pelos canais da cidade e gostamos muito, mas em Gante, além do tempo ter sido mais curto, estava chovendo e achamos que não valeria a pena.




O Gravensteen (Castelo dos Condes) é um castelo medieval de 1180, foi residência dos Condes de Flandres até 1353. Posteriormente, foi reaproveitado como tribunal, prisão, casa da moeda e fábrica de tecidos. Foi comprado pelo poder público e restaurado entre 1893 e 1903 e hoje é um museu, além de um importante marco da cidade.

o Gravensteen tinha como objetivo intimidar os burgueses de Gante, que frequentemente desafiavam a autoridade dos condes. Ao seu redor existe um fosso alimentado com água do Rio Leie.

Para conhecer mais detalhes sobre este castelo clique aqui e para comprar o ingresso para visitá-lo clique aqui. No valor está incluso um áudio guia (idiomas: holandês, francês, inglês, alemão e espanhol), a visita completa leva de uma a uma hora e meia e contempla a portaria, as muralhas, a torre de menagem, a residência do conde e os estábulos. Conhecemos apenas a recepção do castelo porque não tínhamos tempo para fazer a visita toda.


Veerle é uma pequena praça com vários edifícios históricos bem preservados, fica em frente ao Gravensteen (Castelo dos Condes).

Seu nome está relacionado à existência da Igreja de Sint-Veerle, construída em 1212 e demolida em 1581. Ela era utilizada pelos Condes de Flandres. Os restos desta igreja foram descobertos durante a reforma do Antigo Mercado de Peixes, construído no local.
O edifício do Antigo Mercado de Peixes abriga atualmente o Posto de Informações, entre outras coisas.

Quando entrar pelo portão monumental do Antigo Mercado de Peixes olhe para cima e verá Netuno e também as figuras de um homem e de uma mulher representando os rios Escalda e Leie, respectivamente. No centro da praça tem um monumento formado por uma coluna de granito com um leão coroado com o brasão de armas de Flandres no alto.
Um destaque interessante nesta praça é a obra de arte, instalada em 2011, “Ai Nati Oggi” (A Quem Nasceu Hoje), de Alberto Garutti. A obra está integrada às lanternas da praça, que estão conectas às maternidades da cidade – cada vez que uma criança nasce em uma delas, as lanternas da praça começam a piscar lentamente.
Além de informações turísticas, na praça você encontra banheiros públicos, cervejarias, cafeterias e restaurantes.
A Vleeshuis é uma ponte localizadaa alguns metros adiante do Castelo dos Condes (Gravensteen ), entre a Praça Veerle e a Groentenmarkt. De lá, se tem uma bonita vista dos edifícios medievais nas margens do Rio Leie.




Depois de muitos nomes e mudanças estruturais, em 1794, a Vleeshouwersbrug (Ponte dos Açougueiros) recebeu seu nome atual, Vleeshuisbrug. Ela foi reformada entre 1986 e 1988.
Dali também é possível comprar seu ticket e embarcar em um passeio de barco.

A Groentenmarkt (mercado de vegetais) é mais uma pequena praça movimentada onde se encontram lojas de doces e a padaria mais antiga de Gante, a Himschoot, inaugurada em 1880; além do Grande Salão dos Açougueiros (Groot Vleeshuis), de 1251 (a estrutura original de madeira foi substituída pelo edifício atual no início do século XV). A primeira agência do Europabank belga foi inaugurada nesta praça em 1965.


No centro da praça há uma bomba d’água do início do século XIX. Ela tem o formato de um obelisco sobre um pedestal quadrado e possui dois reservatórios semicirculares que costumavam armazenar a água bombeada manualmente. A água era utilizada pelos vendedores ambulantes de vegetais que vendiam seus produtos ali, daí o nome “Groentenmarkt” (Mercado de Vegetais). A bomba ainda está em funcionamento.

Todas às sextas-feiras pela manhã é realizada aqui uma feira de produtos orgânicos, além da feira de artesanato aos sábados e domingos, do início de abril até o final de setembro.
Vrijdagmarkt (Mercado de Sexta-feira) é uma das maiores praças de Gante. Tem um formato quadrangular medindo 100 x 100 metros.




Ao seu redor encontram-se edifícios de destaque como o da Federação Socialista de Seguros de Saúde e a Federação Geral do Trabalho da Bélgica (ABVV/FGTB), construídos na virada do século XX no estilo Art Nouveau do movimento socialista, além de bares e restaurantes.

Seu nome é uma homenagem à tradição semanal de realizar um mercado todas as sextas-feiras de manhã. No centro da praça tem uma estátua do sábio de Gante, Jacob van Artevelde, que se aliou à Inglaterra durante a Guerra dos Cem Anos e foi assassinado no local, em 1345.

A Igreja de São Tiago está localizada atrás da Vrijdagmarkt. Não foi possível visitá-la porque estava fechada.



A Werregarenstraat, em português a Rua do Grafite, na realidade é um beco em constante transformação. De tempos em tempos as paredes são pintadas de uma cor sólida para que os artistas de rua possam executar sua arte, por este motivo, sempre que passar por lá verá um grafite diferente.





Embora o beco tenha grafites bem bonitos, infelizmente tem algumas pichações. A iniciativa é uma forma de artistas, muitas vezes anônimos, se manifestarem e, quem sabe, saírem do anonimato. Se estiver pelas proximidades, vale a pena passar por lá.
A Poeljemarkt está situada no centro histórico de Gante, bem ao lado da Sint-Baafsplein, onde está a Catedral e o Campanário. Os destaques desta praça são a Prefeitura e o Pavilhão da cidade.
O edifício da Prefeitura (em holandês: Stadhuis) mistura dois estilos arquitetônicos, a fachada do lado de Hoogpoort de estilo gótico do início do século XVI, e o estilo renascentista da fachada do Botermarkt e Poeljemarkt .

Na praça encontra-se ainda o Stadshal (Pavilhão da Cidade). Um espaço multifuncional que pode sediar concertos, apresentações de dança e feiras. Sua estrutura é moderna e se tornou parte da paisagem histórica de Gante. O pavilhão foi construído em madeira e vidro sobre pilares de concreto e cobertura em forma de celeiro. Foi construído em 2012 para integrar um projeto de revitalização da cidade e transformação da Praça Poeljemarkt.


No nível inferior da Poeljemarkt está a Emile Braunplein, cercada por um muro de pedra. Este é o lugar ideal para relaxar, ler ou simplesmente passear. Escadas e rampas conectam o parque com as ruas nos níveis superiores. Caminhos diagonais ligam a Donkersteeg à Mageleinstraat e à Cataloniëstraat, convidando você a fazer compras e a desfrutar de uma caminhada. A praça está entre a Igreja de São Nicolau, o Campanário e o Pavilhão da Cidade.

Embora o passeio por Gante tenha sido de apenas cinco horas (sem contar os deslocamentos entre Bruges e Gante ida e volta e os deslocamentos em Gante, da estação ao centro histórico, ida e volta), foi o suficiente para conhecermos os locais mais turísticos da cidade. Percorremos várias praças, igrejas, o castelo, além dos belos cenários vistos das pontes. Não visitamos os museus da cidade, não fizemos o passeio de barco, nem subimos na torre do Campanário. Também não tivemos tempo para degustar os doces e as cervejas da cidade.
A cidade estava bem vazia, acredito que principalmente pelas condições climáticas, mas de qualquer forma foi uma boa opção ter feito o bate e volta entre Brgues e Gante.
Usamos dois tipos de transporte na cidade: o ônibus da Estação Gent-Sint-Pleters para o Centro Histórico; e o tram (VLT) no sentido inverso, que foi bem mais rápido.


Saímos de Gante às 17 horas e chegamos em Bruges 30 minutos depois. Estávamos bem cansados, afinal, foram dois dias de longas caminhadas em Bruges e Gante. Da estação de Bruges fomos direto para o hotel Ibis Budget e mais tarde saímos para comer uma pizza nas proximidades.

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