
Esta viagem ao Peru foi bem diferente de outras viagens nossas, geralmente em família. Dessa vez, fomos em um grupo de sete pessoas: minha esposa, nossa filha e eu, e mais dois casais de amigos. Partimos de Brasília no dia 16 de agosto de 2026, num voo direto para Lima. Além de passearmos por Lima, fomos a Arequipa, Cusco, Ollantaytambo e Aguas Calientes (Machu Picchu). Voltamos para Brasília no dia 28 de agosto, partindo de Cusco, com conexão em Lima.
O Peru é dividido administrativamente em 25 regiões (ou departamentos), 195 províncias e mais de 1.800 distritos.
Neste post geral, vou dar algumas dicas e comentar sobre algumas providências antes da viagem. Depois, acrescentarei os links para os posts dos passeios e das atrações visitadas.
A moeda do Peru é o Novo Sol (PEN). Em agosto de 2026, a cotação era em torno de R$ 1,5 para cada Sol.
Todas as referências de valores nos posts do Peru serão em soles (PEN).
Na média, o valor das refeições em restaurantes e da hospedagem em hotéis é o mesmo praticado no Brasil.
O documento mais importante é o passaporte (com data de validade de pelo menos seis meses antes da data da viagem), mas pode ser também a carteira de identidade (RG), desde que emitida há menos de dez anos por uma Secretaria de Segurança Pública Estadual. Documentos como carteira de motorista e identidades de conselhos profissionais não são válidos para este fim.
Brasileiro não precisa de visto para entrar no Peru.
O ideal é sempre conferir as regras no site oficial do governo de cada país, pois podem ser alteradas a qualquer tempo. Em alguns casos, podem fazer exigências específicas, como aconteceu durante a pandemia de Covid-19.
Sugiro, ainda, providenciar uma pasta com cópia impressa de todos os documentos e comprovantes de hospedagem e passagens. Não conte apenas com informações no celular ou na nuvem. Tecnologia é bom, mas às vezes dá problema quando mais precisamos.
O Certificados Internacional de Vacinação não é exigido para entrar no Peru. Mas nós sempre o levamos conosco. De qualquer forma, consulte antes o site oficial do governo, pois as regras podem mudar.
Independentemente de ser obrigatório ou não, é essencial ter o seguro de saúde e de viagem em qualquer passeio internacional. Costumamos fazer uma pesquisa no site da Real e também no banco onde somos correntistas. Contratamos o que apresenta o melhor custo/benefício. Não se esqueça de verificar o valor assegurado no caso de extravio de bagagem ou atraso na entrega, pois isso pode acontecer. Alguns cartões de crédito também oferecem esse tipo de seguro.
É importante ter os comprovantes da passagem de volta e de hospedagem, pois costumam ser solicitados pelo agente de imigração, dica que serve para qualquer país. Se for ficar em casa de amigos, deve apresentar uma carta convite do amigo, na qual constem os dados dos hóspedes e do anfitrião, como nome completo, endereço e número do passaporte, além do período de hospedagem. Anexe uma cópia do passaporte e da autorização de residência no país.
Para o Peru, sugiro levar um cartão de débito internacional para pagar as despesas e fazer saque na moeda local, e seu cartão de crédito apenas para uma emergência. Para saber quanto levar em espécie e quanto no cartão de débito, é preciso fazer as contas considerando todos os pagamentos a serem efetuados (hotel, transporte, passeios, alimentação, compras) e o perfil dos viajantes, claro. Observação: para saber o limite máximo para sair do Brasil com valores em espécie deve-se consultar o site da Receita Federal.
Há vários cartões de débito no mercado, nós temos usado o Wise desde dezembro de 2021, quando a empresa passou a enviá-lo ao Brasil, e a experiência tem sido muito boa. O câmbio usado pela Wise é o comercial e não há taxas, apenas o IOF de 1,1% na compra de qualquer moeda estrangeira. É bem mais em conta que comprar a moeda estrangeira em uma casa de câmbio ou utilizar um cartão de crédito, entretanto, nem tudo são flores: no Wise emitido no Brasil não é possível adicionar algumas moedas, como o Novo Sol peruano (2026). Curiosamente, foi possível adicionar soles no cartão Wise da nossa filha, que é europeu. Assim, adicionamos soles no cartão dela e dólar (US$) no nosso cartão (a conversão é automática, mas é cobrada uma taxa). Para saque na moeda local, a Wise não cobra taxas até um determinado valor/mês. O melhor é conferir no site da empresa.
Afinal, qual é a melhor forma de converter seus reais em soles?
Ao final, recarregar o cartão Wise, mesmo que aos poucos e conforme a necessidade, mostrou-se uma boa opção também, pois ter dinheiro no cartão é mais seguro que andar com um monte de notas no bolso.
Espero que com estas dicas você consiga se organizar financeiramente.
A bagagem sempre é motivo de dúvidas, principalmente quando ficamos em hotel e não queremos recorrer a serviços de lavanderia. Para esta viagem de quase duas semanas, levamos roupa suficiente para o período sem precisar lavá-las.
Para a bagagem despachada, utilizamos uma mala média, e levamos uma mala de bordo e uma mochila pequena com computador, óculos, remédios e cópias dos documentos. Atenção: passaporte e cartão principal sempre na doleira. O limite de peso deve ser verificado junto à companhia aérea, assim como o que é permitido levar a bordo. Outra questão importante que precisa ser observada é se vai fazer voos internos no país, pois podem ter regras diferentes para as bagagens. Nossas malas têm rodinhas e nunca estão com o peso máximo permitido, o que nos dá uma folga para eventuais compras (e lembrancinhas), e facilita nos deslocamentos dentro dos aeroportos.
No momento de preparar a bagagem de mão, não se esqueça de colocar roupas para pelo menos três dias, assim como itens essenciais: remédios, higiene pessoal, carregadores, power bank, joias e outros de maior valor. Em conexões apertadas, é comum a bagagem despachada não chegar junto com você.
Não se esqueça de levar boné ou chapéu, gorro, luva, cachecol, jaqueta e calça corta vento, tênis, bota para trilha e segunda pele. Inclua também alguns itens indispensáveis: protetor solar para o rosto e para o corpo, um bom protetor labial, soro fisiológico para o nariz, lágrima artificial para os olhos, creme hidratante e repelente de insetos. Além disso, leve sua farmácia com remédios habituais para dor de cabeça, digestão, enjoo, garganta e nariz, antialérgicos, outros de uso contínuo (se precisar, leve a receita e a bula). Só verifique antes se todas as medicações podem entrar no país. Há várias farmácias nas cidades que visitamos, mas é melhor prevenir e usar o que você está acostumado.
Convém levar ainda alguns lanches para comer fora de hora ou nos passeios, como fruta desidratada, barra de cereais e biscoitos. Não levamos dessa vez e não encontramos nada do nosso agrado nos mercados de lá, então tivemos que nos adaptadar ao que estava disponível mesmo não sendo uma boa escolha. Antes, claro, verifique o que é pemitido entrar no país. Ah, na volta, não traga folhas, chás ou balinhas de coca, pois são proibidos aqui no Brasil e você pode ter um problemão com a PF por bobagem.
Verifique antes de viajar se há diferença de fuso horário (para mais ou para menos) e se o país de destino adota o horário de verão. Observe se seu celular está programado para mudar o horário automaticamente. No Peru, a diferença é de duas horas a menos que o horário de Brasília.
A energia no Peru é 220 V. O padrão de tomada é de 2 pinos chatos (tipo A) ou 2 pinos redondos (tipo C). Os plugs de carregadores de celulares de 2 pinos do Brasil servem lá sem problema.


Sempre que leio informações sobre a melhor época para uma determinada viagem, eu penso: a melhor ocasião é quando eu puder e o quanto eu estiver disposto a gastar. Outra questão é se a pessoa gosta mais de frio ou de calor. Para viajar ao Peru, podíamos escolher qualquer época do ano, escolhemos o mês de agosto porque não é época de chuva por lá, embora com o esperado efeito El Niño no Oceano Pacífico, que pode virar um Super El Niño, o clima já não é tão previsível. Com as mudanças climáticas, não raro faz frio e calor no mesmo dia, especialmente na região de Cusco.
Em Lima, a temperatura variou de 10º a 22ºC, e pegamos apenas um dia de leve chuva justamente por causa do El Niño, o que é raríssimo na cidade. Em Arequipa e em Cusco, a temperatura variou entre 5 e 25ºC, frio pela manhã e à noite, calor de dia.
Segurança é sempre um item que nos preocupa muito, já que nós, brasileiros, convivemos com este problema diariamente, principalmente nas grandes cidades. Quando viajamos, no entanto, queremos relaxar. Ínfelizmente, não podemos nos esquecer de que batedores de carteiras existem em qualquer lugar do mundo, e furtos de celulares e colares de ouro são cada dia mais comuns. Desta forma, melhor ter cuidado. O passaporte deve ser guardado no cofre do hotel ou permanecer na doleira, nunca na bolsa ou mochila. Perder este documento é dor de cabeça na certa. Costumamos mantê-lo na doleira conosco todos os dias. É chato, mas é mais seguro. Sem falar que costumam ser exigidos na entrada de alguns museus ou no embarque de trens, como no trem com destino a Machu Picchu.
No caso específico do Peru, não tivemos e não vimos problemas relativos à segurança. Tomamos os cuidados habituais e nos sentimos seguros em todo lugar.
Alugar carro no Peru não me pareceu uma boa opção. Entre as grandes cidades os deslocamentos foram feitos de avião. Nas cidades, contratamos traslados privados e passeios, pegamos Uber e táxis. As estradas locais não são boas, eu diria que são perigosas, pois são estreitas, de cascalho e cheias de curvas e precipícios, o que exige habilidade extra dos motoristas. Vimos pouquíssimos carros privados trafegando nesses pontos turísticos.
Pesquise e planeje bem o roteiro, o que visitar, quanto custa e avalie se vale a pena ir por conta própria ou se juntar a um grupo de excursão. Costumamos fazer tudo sozinhos, mas dessa vez contratamos os passeios em uma agência indicada por amigos. Resolvemos tudo com antecedência antes da viagem. Foi uma ótima experiência. Já os passeios em Lima nós fizemos por conta própria utilizando o Uber.
Em Cusco, como estávamos em um grupo de sete pessoas, fizemos alguns passeios em tour privado e dois em grupo com outros sete turistas estrangeiros e brasileiros.
Deixo aqui os contatos da agência que contratamos, pois recomendamos a qualquer viajante que queira conhecer o Peru. Nossa experiência com a Agência Turitika foi inesquecível. Todo o contato foi feito via Whatsapp (+51 940 186 829) diretamente com a agente Yesenia Quiñones, que nos atendeu muito bem desde a primeira mensagem e depois foi nos receber no aeroporto de Cusco. Ela organizou todos os passeios de maneira impecável, de forma que nos sentimos seguros e confortáveis em toda a viagem, especialmente em Cusco e região, onde o serviço foi extraordinário. Os guias (que falavam português) demonstraram profundo conhecimento pela história de seu povo e de seus antepassados Incas. Destaco também os hábeis motoristas, que garantiram traslados muito seguros pelas estradas da região, em transportes confortáveis e limpos, além de pontuais. Yesenia e sua equipe nos proporcionaram uma aventura perfeita! E ainda fomos presenteados no final com uma linda necessaire em tear inca.
Outro planejamento importante são os traslados dos aeroportos, portos, rodoviárias ou ferroviárias para seu local de hospedagem. Verifique a qualidade e segurança dos serviços prestados por taxis, transportes por aplicativo, transportes públicos e empresas de transfers privados e em grupo.
Em Arequipa e em Cusco, contratamos todos os transfers com a mesma empresa que contratamos os passeios. Apenas em Lima optamos pelo ônibus na saída do aeroporto. Como chegamos em um domingo, quando o trânsito caótico da cidade está mais livre, pegamos o ônibus executivo logo na saída do desembarque, onde há um quiosque para a venda da passagem (apresente o cartão de embarque e o passaporte para ter um desconto) – o ticket custa entre 15 e 20 soles. Já na volta, que foi durante a semana, com trânsito intenso, contratamos um transfer no hotel, foi mais barato e mais rápido que o ônibus. Como estávamos em um grupo de sete pessoas e com muitas malas, acho que a contratação prévia de um transfer teria sido uma opção melhor, mesmo para sair do aeroporto.
Geralmente, uma das primeiras providências logo que chegávamos em outro país era procurar uma empresa de telefonia móvel para comprar um chip, já que não temos essa opção contratada com nossa operadora no Brasil. Atualmente, encontramos uma forma mais simples e funcional, o eSIM da Airalo, que já usamos na Europa e agora no Peru. Há várias outras empresas que oferecem esse tipo de serviço. A compra é feita totalmente online e o chip é 100% digital, ou seja, não precisa inserir nada fisicamente no celular. É uma mão na roda para já chegar ao país de destino com internet funcionando. No site da Airalo, você escolhe o plano de acordo com o destino ou até por região. Um ponto importante é que o serviço só funciona na região escolhida, sendo necessário ativar o roaming de dados no aparelho para que ele funcione corretamente. Também é importante desativar o chip do Brasil nas configurações, para evitar cobranças da operadora por uso no exterior. Não é preciso tirá-lo do aparelho, basta desativá-lo pelo próprio telefone e reativá-lo ao voltar ao Brasil. No geral, o eSIM é bem simples, prático, tem um bom custo-benefício e facilita muito a vida de quem viaja.
Não costumamos fazer turismo gastronômico, em geral, comemos próximo de onde estamos passeando, o que nem sempre é uma boa opção. Mas a gastronomia no Peru é realmente uma experiência maravilhosa! Conhecido pela rica culinária, dessa vez nos demos ao luxo de eleger alguns restaurantes e de seguir a indicação de alguns amigos. Difícil escolher onde comemos melhor, sempre a um bom custo-benefício. Assim, a gastronomia fez parte de nossa viagem e vou poder escrever um pouco a respeito nos posts de cada cidade visitada. Além do prazer em nos nutrirmos bem, descansar entre os passeios é fundamental para uma boa recuperação depois de tanta aventura.
Não vi muitos supermercados pelas cidades que visitamos, exceto em Lima, mas há muitos mercadinhos locais, onde comprávamos água e algum petisco. São muitos e certamente haverá um perto de seu hotel. Já os mercados populares são sensacionais, com enorme variedade de frutas e legumes, além de pratos típicos, sucos, artesanato, chocolate e folhas e balinhas de coca.
Em viagens, fazer compras não costuma ser nossa prioridade, mas no Peru tem tanta coisa bonita com bom preço (roupas, artesanatos, prata) que provavelmente você irá comprar algum item. Especialmente em Arequipa e em Cusco.
Partimos de Brasília em voo direto para Lima no dia 16 de agosto de 2026. Chegamos na cidade por volta das 12 horas (horário local – duas horas a menos que Brasília). Seguimos de ônibus do aeroporto para o Hotel Ibis, no Distrito de Miraflores, onde ficamos até o dia 19 de agosto cedo. Contratamos um transfer no hotel e nos dirigimos ao aeroporto para pegarmos o avião para Arequipa.
O voo de Lima para Arequipa foi de 1h30. Um motorista já nos aguardava para nos levar de van ao hotel Hotel Qema, onde chegamos por volta das 13 horas. Ficamos na cidade apenas duas noites. No dia 21, ainda de madrugada, saimos do hotel com o mesmo serviço de transfer já contratado. O voo para Cusco durou 45 minutos.
Chegamos ao aeroporto de Cusco por volta de 8h30, onde fomos recebidos pela agente Yesenia Quiñones, com quem contratamos todos os traslados e passeios na região. Ficamos hospedados no Hotel Muru Homely, onde aguardamos o check-in até as 11 horas tomando chá de coca e nos aclimatando à altitude. Ficamos em Cusco até o dia 24, quando saímos para um passeio pelo Vale Sagrado em tour privado até Ollantaytambo. Parte da bagagem ficou no hotel em Cusco, para onde voltaríamos no dia 26, depois de visitarmos Machu Picchu.
Pernoitamos em Ollantaytambo no Hotel Casa Blanca Lodge. No dia seguinte (25), fomos de tuk-tuk para a estação de trem, onde embarcamos para Águas Calientes (Machu Picchu).
Já passava do meio-dia quando chegamos em Águas Calientes, onde nos aguardava outro guia, que nos levou até o Hotel Mamasara Machupicchu, onde nos hospedamos apenas uma noite. Com a tarde livre, fomos almoçar e passear pela cidade.
No dia 26, às 6 horas, o guia nos buscou no hotel para nos levar até o ônibus que sobe para Machu Picchu, ponto alto da viagem ao Peru. Voltamos de lá no final da manhã, pegamos nossa mala no hotel e fomos almoçar para depois tomarmos o trem de volta a Ollantaytambo, onde um guia nos aguardava para voltarmos a Cusco de van. Seguimos direto para Cusco, para o mesmo Hotel Muru Homely, onde chegamos por volta das 20 horas.
Em Cusco, ficamos mais duas noites. No dia 28, sexta-feira, no final do dia (pagamos pelo late check-out) fomos para o aeroporto com o serviço de transfer contratado, para pegarmos o avião de volta ao Brasil. A conexão em Lima foi de pouco mais de duas horas, onde descansamos na melhor sala vip que conhecemos.
Embarcamos meia-noite e meia do dia 29 de volta a Brasília , onde chegamos às 7 horas da manhã (horário local), acabados, mas felizes.
Todos os serviços foram contratados com antecedência, inclusive os ingressos para Machu Picchu e passagens de trem. Recomendamos as empresas e os profissionais, que foram atenciosos, corretos e muito organizados.
Passagem aérea: compramos com a agência boutique Passaporteando, que nos prestou um excelente serviço. Recomendo. O contato foi todo feito via Whatsapp (61 99804 5669) com a agente Marília e com o apoio de sua colega Ana Luísa, muito atenciosas e prestativas. O contato também pode ser por e-mail: contato@passaporteando.com.br
Todos os trechos foram operados pela Latam. Pagamos no cartão Visa e aproveitamos para usar o seguro viagem oferecido pela bandeira.
Passeios, transfer e ingressos: https://www.turitikaperu.com/ , Whatsapp: +51 940 186 829.
Nos posts das cidades que visitamos vou descrever como nos locomovemos, os passeios que fizemos por conta própria e os que contratamos, os restaurantes que experimentamos e muitas outras dicas.
Esta viagem ao Peru foi bem diferente de outras viagens nossas, geralmente em família. Dessa vez, fomos em um grupo de sete pessoas: minha esposa, nossa filha e eu, e mais dois casais de amigos. Partimos de Brasília no dia 16 de agosto de 2026, num voo direto para Lima. Além de passearmos por Lima, […]
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