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    Sydney – Austrália

    Sydney é a capital do estado de Nova Gales do Sul, localizado na costa leste da Austrália. Revesa com Melbourne o título de cidade mais populosa do país. Sydney está a 286 km de Camberra, a capital da Austrália, e a 877 km de Melbourne.

    Em 1770, James Cook mapeou a costa leste da Austrália, chegando à Baía de Botany, durante sua primeira viagem ao Pacífico. Oito anos mais tarde, Sydney foi fundada como uma colônia penal britânica, o primeiro assentamento europeu na Austrália, com a chegada da primeira frota de condenados, liderada por Arthur Phillip. Mas os aborígenes já habitavam a região da Grande Sydney há pelo menos 30 mil anos.

    Veja no mapa abaixo a localização de Sydney e das principais cidades da Austrália.

    Embora nossa chegada à Austrália no dia 5 de agosto de 2023 tenha sido por Sydney, fizemos apenas uma conexão aérea e de lá fomos direto para Melbourne, onde nosso filho mais velho mora. Somente depois de um mês em Melbourne é que fomos conhecer Sydney, onde ficamos por cinco dias. Nesta viagem, a família Brasília na Trilha estava completa (minha esposa, nossos dois filhos e eu).

    Chegamos ao aeroporto de Sydney por volta das 10 horas do dia 2 de setembro de 2023 (sábado) e voltamos para Melbourne no dia 7 de setembro, bem cedo. O voo foi pela Jetstar (empresa de baixo custo), que pesa cada mala antes do passageiro entrar na aeronave, já na porta de embarque. E o limite é de apenas 7 kg por pessoa, incluindo bolsa, mochila e mala (qualquer volume). Foi difícil ficar dentro desse limite, mas conseguimos.

    Do aeroporto para o hotel, localizado no centro da cidade (Central Business District – CBD), fomos de Uber. Logo no desembarque tem uma área grande e bem sinalizada onde os passageiros embarcam e desembarcam dos carros de aplicativo.

    Embarque e desembarque de Uber no aeroporto de Sydney

    Nos hospedamos no YEHS Hotel Sydney Harbour, em um apartamento de um quarto, banheiro, sala conjugada com duas camas, sofá e cozinha. Espaço suficiente para quatro pessoas. A localização do hotel é muito boa, próxima da estação ferroviária Townhall, do World Square Shopping Centre, de Darling Harbour, Chinatown, Pitt Street Mall, The Rocks e a menos de dez minutos de transportes públicos para a Opera House, a Harbour Bridge e o Circular Quay. Também ali perto encontramos um comércio variado e supermercado, onde passávamos todos os dias para comprar ingredientes para o café da manhã e o lanche da noite. Fizemos a reserva do hotel pelo Booking.

    Dos cinco dias que passamos em Sydney reservamos três deles para conhecer as praias de Bondi, Coogee e Manly. Um dia para cada uma. Nos outros dois dias fomos conhecer os atrativos da cidade. Cinco dias são suficientes para se conhecer o básico de Sydney. Logicamente, se tiver mais tempo, melhor, pois há muito o que explorar na cidade.

    Chegamos no hotel por volta das 10h30, deixamos a bagagem na recepção (pois o check in era só às 15 horas) e fomos conhecer a região de Darling Harbour e os cartões postais da cidade: a Sydney Harbour Bridge, a Opera House, dentre outros. A melhor forma para conhecer a região é a pé e a primeira providência é usar um tênis confortável, pois caminha-se muito.

    Primeiro dia em Sydney

    Darling Harbour

    Darling Harbour é um porto bem próximo ao centro da cidade de Sydney (CBD), composto por uma grande área de lazer. Até 1826, a área era conhecida como Long Cove e também chamada de Cockle Bay (nome da Baia de Sydney), quando o então Governador de Nova Gales do Sul (entre 1825 e 1831), o Tenente-General Ralph Darling, resolveu renomeá-la em sua homenagem. Originalmente, fazia parte do porto comercial de Sydney, incluindo os pátios centrais de manobras da NSW Railways e os serviços de frete. A área entrou em decadência com a Grande Depressão, mas somente no início da década de 1980 resolveram transferir o porto de local, pois já não atendia mais às necessidades da época. No final dos anos de 1980, quando a área estava abandonada, por iniciartiva do Ministro de Obras Públicas de Nova Gales do Sul, Laurie Brereton, a região foi reurbanizada como um centro turístico, praticamente toda dedicada aos pedestres e ao lazer.

    O distrito de Darling Harbour tem muitas atrações, dentre as quais o Centro Internacional de Convenções de Sydney (ICC Sydney), onde foram realizadas competições dos Jogos Olímpicos de Verão de 2000. Outras atrações são o Cais de Cockle Bay; Cockle Bay Wharf, com restaurantes, bares, cafés, e uma das maiores casas noturnas da Austrália, a Home, entre outras atrativos; Teatro IMAX Sydney (parte do edifício The Ribbon); Chinese Garden of Friendship (Jardim Chinês construído como presente da comunidade chinesa para comemorar o bicentenário da Austrália); Tumbalong Park; Darling Quarter (playground, restaurantes e cafés); edifício do Hotel W; Museu Marítimo Nacional Australiano (fica à beira-mar, em frente a King Street Wharf, a poucos minutos de caminhada pela Ponte Pyrmont); Complexo Star Casino e Entretenimento; Aquário Sea Life de Sydney; Madame Tussauds; Ponte Pyrmont; Darling Square (complexo moderno de lojas especializadas, restaurantes e bares em South Darling Harbour).

    Passamos por esta região praticamente todos os dias. Para quem quer se divertir, de dia ou de noite, este é o lugar. São vários museus, bares, baladas, spas, restaurantes, cassino, passeios de barco, parquinhos para criança, dentre muitas outras atividades. Nos divertimos batendo perna, apreciando o movimento de turistas e apreciando a beleza da arquitetura e da baía, imperdíveis.

    Barangaroo

    Barangaroo é uma região na sequência de Darling Harbour. Seguimos pelo calçadão da Cockle Bay procurando não perder nenhum detalhe do local. No caminho vimos uma escada que levava ao Stargazer Lawn, parque com cinco hectares que faz parte da Reserva Barangaroo. O parque tem um espaço verde no topo da colina de arenito com vista para a vegetação nativa, o Darling Harbour e a Sydney Harbour Bridge. Na ocasião estava sendo realizado ali o evento “Songs for Freedom”, com shows gratuitos e ao ar livre à noite. Por sorte, estávamos no local no momento em que os músicos faziam a passagem de som de uma banda e nós assistimos enquanto apreciávamos a bela vista.

    Atravessamos o Parque Stargazer Lawn e saímos na ponta oposta de onde entramos. Em seguida, chegamos em Walsh Bay – onde antigamente estavam as instalações portuárias de Sydney. Os cais foram convertidos em apartamentos, teatros, restaurantes, cafés e hotel. Andamos um pouco pelo local observando as esculturas e a arquitetura.

    Seguimos nosso caminho em direção à Opera House, mas pegamos um pequeno desvio subindo as escadas Rickson Steps, que levam até a parte de baixo da Sydney Harbour Bridge, onde havia uma feira de artesanato e de gastronomia, com opções de pratos de diversos países, até espetinho de canguru. Aproveitamos para almoçar, cada um pediu uma delícia diferente: comida grega, italiana, japonesa e local.

    Ao invés de passar pelo Parque Stargazer Lawn e pela Rickson Steps, poderíamos simplesmente seguir pelo calçadão da orla e chegar direto no Museu de Arte Contemporânea, veja no mapa abaixo.

    Circular Quay

    Tanto o caminho que fizemos passando pelo parque e pela feira, quanto o caminho pela orla chegam na região de Circular Bay, local bem movimentado, com muitas atrações e belas vistas.

    Seguimos pelo calçadão por mais 1 km na região de Circular Quay, apreciando cada ângulo da Opera House.

    Opera House

    Declarada pela Unesco, em 2007, como Patrimônio da Humanidade, o edifício da Opera House testou os limites da engenharia, da arquitetura e do design com suas estruturas em forma de vela. A Casa de Ópera está localizada sobre a Baía de Sydney, em Bennelong Point, conhecido pelos Gadigal (os guardiões tradicionais) como Tubowgule. Sua grandiosidade arquitetônica tornou-se um símbolo de Sydney e da Austrália moderna e colocou a Oceania no mapa mundi a partir de sua inauguração, em 1973. Trata-se de um dos edifícios de espetáculo mais marcantes do mundo. De 2017 a 2022 passou por remodelações em seus inúmeros espaços. Cinquenta anos depois de sua inauguração, é hoje o centro de artes cênicas mais movimentado do país e um importante ponto de encontro comunitário. O complexo conta com cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes, seis bares, espaços internos e externos para eventos e várias lojas de souvenir, ocupando uma área de 1,8 hectare.

    O projeto é do arquiteto dinamarquês Jørn Utzon, que foi vencendor de um concurso internacional em 1957. A obra começou em 1959 e foi concluída somente em outubro de 1973, sem a participação de Utzon, que se desentendeu com os responsáveis pela Fundação Ópera de Sydney em 1966 por causa da acústica e do orçamento. A conclusão da Casa de Ópera ficou a cargo do jovem arquiteto Peter Hall.

    Para agendar uma visita, acesse o site oficial. Há vários tipos de experiências, todas pagas.

     

    A região da Opera House é muito movimentada, com bares, belas vistas da baía, da ponte e do Jardim Botânico (vou descrevê-lo mais à frente – é um dos locais imperdíveis para conhecer em Sydney).

    Depois de caminhar bastante, ainda fomos ao centro de Sydney, chamado Central Business District – CBD, por onde também passamos algumas vezes nos dias seguintes. Vou descrevê-lo mais à frente.

    Finalmente voltamos ao hotel, agora para fazermos o check in, descansar um pouco e lanchar, pois ainda iríamos para Darling Harbour, próximo da Cockle Bay Wharf, para contemplar uma longa queima de fogos de artifício.

    Segundo dia em Sydney

    O segundo dia na cidade foi reservado para conhecer a Praia de Bondi (link para o post do Brasília na Trilha.

    Para ir a Bondi pegamos o metrô na Estação Town Hall, no centro (CBD), mas antes aproveitamos para conhecer a St Andrew’s Cathedral, que fica ao lado da estação.

    St Andrew’s Cathedral

    St Andrew’s Cathedral (Catedral de Santo André) é uma igreja anglicana, sede do Arcebispo Anglicano de Sydney, situada acima da movimentada estação ferroviária Town Hall, no coração de Sydney, próxima à Prefeitura da cidade. A igreja foi construída entre 1837 e 1868 (quando foi consagrada), tornando-se a catedral mais antiga da Austrália. Ela é um dos melhores exemplos da arquitetura neogótica da cidade. Joan Kerr descreveu a catedral como “um exemplo perfeito do desejo colonial de reproduzir a Inglaterra na Austrália em meados do século XIX”. 

    Todos os dias são realizados cultos, incluindo um culto semanal de cura. A catedral tem um coro formado por homens e meninos que cantam frequentemente, bem como uma companhia de tocadores de sinos. O órgão de tubos é regularmente utilizado para recitais e concertos.

    Terceiro dia em Sydney

    O terceiro dia na cidade foi reservado para conhecer a Praia de Manly (link para o post do Brasília na Trilha.

    Nós fomos e voltamos a Manly de ferry boat pela Circular Quay Wharf. Na ida, caminhamos pela orla cerca de 5 km do hotel (YEHS Hotel Sydney Harbour) até Circular Quay Wharf. Chegamos de Manly por volta de 17 horas e seguimos para o hotel a pé também, porém fizemos duas paradas antes: subimos na Sydney Harbour Bridge e fomos ver o pôr do sol no Observatory Park – veja no mapa abaixo.

    Sydney Harbour Bridge

    A Sydney Harbour Bridge pode ser vista de diversos pontos da Baia de Sydney, nós passamos sob seus vãos várias vezes, mas ainda não tínhamos subido. Na parte de cima da ponte, propriamente dita, tem pistas para veículo e trilhos para os trens, além de uma passarela de 1,6 km para pedestres.

    Subimos pelo elevador Southern Side (tem escada também) e caminhamos pela passarela. A vista da Baia de Sydney lá de cima é fantástica. Para quem quiser subir um pouco mais, pode fazê-lo pelo interior de um dos pilares principais da ponte, que é acessado a partir da passarela (esse acesso é pago).

    Enquanto estávamos na ponte percebemos que o final da tarde seria bem bonito, então pesquisamos rapidamente e descobrimos que o Observatory Park, que é bem próximo dali, era um bom local para ver o pôr do sol.

    Observatory Park

    O Observatory Park é um parque localizado perto da Harbour Bridge. Sua história remonta a 1796, quando foi sede do primeiro moinho de vento da colônia, conhecido como Morro do Moinho de Vento. É também o local de uma série de edifícios históricos, incluindo o histórico Observatório de Sydney, a Estação de Sinalização, as ruínas de Fort Philip, o National Trust Centre e o Coreto.

    Observatory Park
    Observatory Park

    O Observatório de Sydney foi construído em 1858. Por mais de um século desempenhou papel essencial na navegação, na meteorologia, na cronometragem e na astronomia. Hoje, o prédio é usado como museu e observatório público. É possível agendar para visitas guiadas.

    Observatório de Sydney em Observatory Park

    Fechamos o dia com o pôr do sol no Observatory Park.

    Quarto dia em Sydney

    O quarto dia na cidade foi reservado para conhecer a Praia de Coogee e fazer a Caminhada Costeira Coogee – Bondi (link para o post do Brasília na Trilha.

    Para ir a Coogee pegamos o metrô na estação Town Hall, no centro (CBD), mas antes, aproveitamos para conhecer o Queen Victoria Building, que fica próximo da estação.

    Quando voltamos de Coogee, já no final da tarde e começo da noite, fomos surpreendidos por uma banda que tocava nas escadas da Town Hall (prefeitura).

    Queen Victoria Building

    Queen Victoria Building

    O Queen Victoria Building (QVB) é um edifício tombado como patrimônio, localizado na área central – CBD. Ele foi projetado pelo arquiteto George McRae em estilo Neo-Românico (estilo empregado a partir de meados do século XIX, inspirado na arquitetura românica dos séculos XI e XII. Ao contrário do estilo românico histórico, os edifícios do Neo-Românico tendiam a apresentar arcos e janelas mais simplificados do que os seus homólogos históricos). As cúpulas foram construídas pela Ritchie Brothers, uma empresa do ramo da siderurgia e da metalurgia.

    Queen Victoria Building
    Queen Victoria Building
    Queen Victoria Building
    Queen Victoria Building

    O edifício foi construído entre 1893 e 1898, tem 30 metros de largura por 190 metros de comprimento. O prédio ocupa todo o quarteirão delimitado pelas ruas George, Market , York e Druitt. Concebido como mercado, foi utilizado para diversos outros fins, sofreu remodelações, e entrou em decadência até ser restaurado no final do século XX. Atualmente é uma grande galeria comercial vitoriana, com lojas de luxo.

    Sua característica dominante é a grande cúpula central de 19 metros de diâmetro e 60 metros do solo ao topo. Externamente, ela é revestida em cobre, assim como as 20 cúpulas menores.

    Cúpula central do Queen Victoria Building

    O interior do edifício tem quatro andares. Os três níveis superiores possuem grandes aberturas (protegidas por grades decorativas em ferro fundido) que permitem que a luz natural do teto ilumine os andares inferiores. Grande parte da azulejaria, especialmente sob a cúpula central, é original, e o restante apenas segue o estilo original. Arcadas subterrâneas levam até a estação ferroviária Town Hall, ao Sul, e até o edifício Myer (ao Norte).

    O nível superior é especialmente espaçoso nas extremidades norte e sul do edifício. O extremo norte era anteriormente o Grande Salão de Baile e hoje é um salão de chá.

    Nas passarelas destacam-se o Relógio Real e o Grande Relógio Australiano. O Relógio Real é ativado na hora certa e exibe seis cenas da realeza inglesa acompanhadas pela trombeta voluntária de Jeremiah Clarke. O Grande Relógio Australiano pesa quatro toneladas e tem dez metros de altura. Inclui 33 cenas da história australiana, vistas tanto da perspectiva aborígene quanto da europeia. Um caçador aborígine circula continuamente o exterior do relógio, representando a passagem interminável do tempo.

    Relógio Real
    Grande Relógio Australiano

    O edifício também conta com muitos memoriais e exposições históricas. No nível superior, próximo à cúpula, está exibida uma carta lacrada a ser aberta em 2085 pelo futuro Lord Mayor de Sydney e lida em voz alta ao povo de Sydney. Foi escrita pela Rainha Elizabeth II em 1986 e ninguém mais sabe qual é o seu teor.

    Memorial no Queen Victoria Building

    No extremo sul do edifício fica a Bicentennial Plaza, de frente para a Prefeitura de Sydney, na Druitt Street. Outra estátua da Rainha Vitória, disposta sobre um pedestal de pedra cinza claro. Perto dali está um poço dos desejos com uma escultura de bronze do cachorro favorito da Rainha Vitória, “Islay”. Uma mensagem gravada transmitida por John Laws incentiva os espectadores a fazerem uma doação e um desejo. O dinheiro recolhido neste poço é em benefício de crianças surdas e cegas.

    Poço dos Desejos
    Estátua da Rainha Victoria

    Town Hall

    Town Hall (Câmara Municipal de Sydney) é um dos maiores edifícios sobreviventes na Austrália do século XIX, onde ficam a Câmara do Conselho, salas de recepção, o Salão do Centenário e escritórios para o Lord Mayor e vereadores eleitos. A Prefeitura de Sydney é um ótimo exemplo dos conceitos de design vitoriano/Beaux-Arts do Segundo Império. Foi construído entre 1869 e 1889, listado como património da cidade. Está localizado em frente ao Queen Victoria Building, ao lado da Catedral de St Andrew e acima da estação Town Hall.

    Town Hall

    A história do edifício é turbulenta. Após décadas de negociações sem sucesso, os vereadores finalmente conseguiram uma concessão de terras da Coroa no centro comercial da cidade – o mais longe possível da Casa do Governo colonial na Macquarie Street. O local era o antigo cemitério próximo à Catedral de St Andrew, o que exigia exumação cuidadosa dos corpos que eram transferidos para outros cemitérios.

    A escadaria da Câmara Municipal é um ponto de encontro popular e é impossível passar pela região sem admirar o edifício. Normalmente, procuramos saber se existe visita guiada ou algum evento aberto ao público nesses edifícios históricos e públicos, mas desta vez o tempo era curto e não chegamos a pesquisar. Mas vi algumas fotos do interior do prédio no site da prefeitura que são sensacionais.

    Neste quarto dia em Sydney, assim que saímos da estação Town Hall, fomos surpreendidos por uma banda que estava nas escadas do edifício tocando e fazendo coreografias.

    Quinto dia em Sydney

    O nosso quinto e último dia em Sydney foi reservado para andarmos pelos pontos mais conhecidos da cidade, além dos que já havíamos visitado e conhecer o bairro Woolloomooloo. Caminhamos muito neste dia. Abaixo os mapas com o percurso que fizemos. EM BREVE

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