
Zaanse Schans é um bairro pertencente à cidade de Zaandam (a 8 km), distante 20 km de Amsterdã, e 1,5 km da estação de trem Zaandijk. O local é conhecido por seus moinhos de vento históricos e suas construções de madeira, além de seu valor arquitetônico e paisagístico.

Poderia começar dizendo que a atração principal de lá são os moinhos, mas o lugar tem tantos outros atrativos, que o conjunto deles é o que faz Zaanse Schans tão especial: museus, restaurantes, lojas de artesanato, doces e queijos, passeios e trilhas para caminhar, passeios de barco pelas belas paisagens do Rio Zaan e de suas margens, entre outras coisas.
Destaco também as casas de madeira super conservadas que parecem até um cenário. Como são casas habitadas, é importante ser discreto para não invadir a privacidade dos moradores.
Desde a Idade do Ouro, conhecida também como Século de Ouro dos Países Baixos, período compreendido entre 1584 e 1702, quando a modesta República Unida dos Países Baixos (Estado antecessor dos Países Baixos) transformou-se na primeira potência capitalista do ocidente, havia um verdadeiro parque industrial de moinhos na região de Zaan. Eram mais de mil moinhos produzindo papel, grãos, corantes, farinha, especiarias, todos os tipos de óleos, tábuas e vigas. Hoje, apenas seis desses gigantes de madeira, com suas asas giratórias e mecanismos que rangem podem ser vistos em Zaanse Schans.
Na foto abaixo estão os moinhos de Zaanse Schan, da esquerda para a direita:

Veja o mapa de Zaanse Schans em PDF. Neste arquivo também é possível scanear o QRCode para obter o mapa interativo no celular.
Fomos de trem partindo da Estação Amsterdã Sloterdijk (a menos de 500 metros do do hotel Mercure Sloterdijk, onde nos hospedamos) e descemos 15 minutos depois na Estação Zaandijk Zaanse Schans. Esta linha é a mesma que passa pela Estação Central.



Da Estação Zaandijk até Zaanse Schans, onde estão os moinhos, são 1,5 km. É uma caminhada bem agradável passando pela vila de Zaandijk . No caminho nos deparamos com ruas planas, amplas calçadas e gramados bem cuidados, casas bonitas e comércio com lojas, cafeterias, minimercado (SPAR) e restaurantes, além do importante monumento da vila, o moinho De Bleeke Dood. Ele é um dos dois moinhos de milho restantes na região e o mais antigo moinho de avental (smock) de madeira existente nos Países Baixos.






Um pouco adiante do moinho está a ponte levadiça Julianabrug, sobre o Rio Zaan, que começou a se levantar quando estávamos prestes a atravessá-la e tivemos que aguardar até que baixasse novamente.

A vista da ponte é um belo cartão postal: o Rio Zaan margeado de um lado pelos moinhos e do outro por várias casas.


Certamente é possível ir de carro também para Zaanse Schansm, tem estacionamento pago no local. Outra maneira interessante é ir de bicicleta, porém, lá não é permitido transitar de bike, é necessário deixá-la em algum bicicletário.
Uma opção também muito utilizada, são as excursões oferecidas pelas agências de turismo, vi muitos ônibus no estacionamento. Elas até podem ser mais cômodas, mas são mais caras e você tem que se ajustar ao ritmo da excursão.
Difícil definir tempo máximo, pois depende de sua disponibilidade e do quanto quer explorar no local, especialmente em lugares como Zaanse Schans que tem várias atrações. De qualquer modo, o ideal é não ter pressa, e curtir o locsl. Para visitar apenas o que é gratuito, talvez umas duas ou três horas sejam suficientes, fora o deslocamento. Agora, se for fazer o passeio de barco, entrar nos museus pagos e almoçar, por exemplo, pode dobrar este tempo.
Nós chegamos na estação de trem às 10 horas e caminhamos 30 minutos até chegarmos aos moinhos. Saímos de Zaanse Schans às 14h15, ou seja, ficamos lá quase 4 horas e não fizemos nenhuma das atividades pagas, apenas lanchamos/almoçamos.
No mesmo dia, aproveitamos para visitar a cidade de Zaandam, que é bem perto. Vou descrever o que fizemos lá em outro post.
O acesso a Zaanse Schans é gratuito, mas alguns dos atrativos são pagos. As informações abaixo foram extraídas do site deles:
Outros passeios pagos são: WindMillHopper – passeio de barco pelo Rio Zaan que sai do pier da praça de Zaanse Schans, ao lado do moinho de especiarias “De Huisman”. São 25 minutos de navegação com explicações sobre os moinhos. E a travessia de balsa do Rio Zaan partindo do moinho “De Bonte Hen”. A travessia não funciona o ano todo.
Explorar Zaanse Schans foi incrível e o tempo ajudou muito, pois no dia anterior estava chuvoso.
Para conhecer mais sobre Zaanse Schans acesse o site oficial, é bem completo.
O destino seguinte foi a cidade de Zaandam – veja o post do Brasília na Trilha.
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