A Vila de São Jorge pertence à cidade de Alto Paraíso/GO e é uma das portas de entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Está localizada a 36 km de Alto Paraíso e a 260 km de Brasília.
A estrada de Alto Paraíso para São Jorge é toda asfaltada (desde 2015) e está relativamente conservada. Na época das chuvas sempre tem buracos e na pista contrária tem alguns defeitos no asfalto que requerem atenção. Quando passamos por lá (abril de 2025) estavam consertando alguns trechos. A pista é bem sinalizada, tem muitos quebra-molas e radares fixos. Não adianta ter pressa para chegar, o ideal é apreciar a paisagem que é bem bonita. Destaco o Morro da Baleia e o Jardim de Maytrea.




O Jardim de Maytrea fica próximo ao Morro da Baleia, quase na metade do caminho entre Alto Paraíso e São Jorge. É um local com forte carga mística, considerado sagrado por muitos e ligado a crenças de portais para outras dimensões e campos magnéticos. A área fica dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, mas o acesso é restrito, pois carece de proteção e regeneração, no entanto, é possível contemplar a região a partir do mirante à margem da estrada, que atrai visitantes em busca de beleza natural e da energia do lugar.


A Vila de São Jorge foi criada por garimpeiros que chegaram à região em busca de quartzo, ainda nos anos de 1950. Atualmente, tem o turismo como sua atividade principal. Antes, a Vila era conhecida como bairro da Baixa de Alto Paraíso, mas foi renomeada em homenagem a São Jorge e uma imagem do santo foi trazida de São Paulo para a capela construída pelos mineiros. Todos os anos, a 23 de abril, a Vila celebra a festa de São Jorge atraindo muitos turistas.


Em 2024, a Vila de São Jorge passou por uma grande transformação com a chegada do calçamento. Até então, era toda de terra. Foram construídas as calçadas e as ruas foram pavimentadas com bloquetes de concreto. Muitos gostaram e outros acharam que a Vila perdeu a rusticidade, que era sua marca registrada. Os dois grupos têm razão, se por uma lado perdeu na rusticidade, por outro, trouxe conforto e beleza, acabando com a lama e a poeira, conforme a época do ano.


Estivemos em São Jorge de 26 a 30 de abril, após passarmos alguns dias em Cavalcante/GO (veja o post do Brasília na Trilha). Fomos de carro em companhia de um casal de amigos de Minas Gerais. Chegamos na Vila por volta das 16 horas e retornamos a Brasília na manhã do dia 30, tivemos três dias completos para curtir a região.
São Jorge tem opções de hospedagem para todos gostos e os bolsos, mas não tem nada muito barato, a não ser os campings. Muitas pousadas têm espaço para retiros, imersões, cursos ou casamentos, como a Pousada Sol a Meia-Noite. Já estivemos na Vila outras vezes, a primeira vez foi há mais de 30 anos e não havia muita opção além de quartos para alugar na casa de moradores.
Desta vez, nos hospedamos na Pousada Mundo Dha Lua, localizada no centro da Vila, na rua da igreja. Bom custo-benefício, nos atendeu muito bem. O quarto é pequeno e limpo, a cama é confortável, tem ar condicionado e frigobar, bom chuveiro e uma varanda com rede. A pousada não tem piscina nem área de lazer. O café da manhã é servido a partir de 7h30 e é muito bom. Não serve outras refeições. Marco é o anfitrião e está sempre presente auxiliando no que precisar, inclusive dando algumas dicas de passeio. Nos sentimos bem à vontade.






Na Vila e nas proximidades de alguns atrativos há várias opções de restaurante, entretanto, nem sempre estão abertos, especialmente no início de semana. É sempre bom verificar antes.
Uma opção que fica aberta de terça a domingo em São Jorge, pertinho da igreja, é o Restaurante Luar da Vila. Tem pizza no forno a lenha e opções à la carte. O local é agradável e tem música ao vivo (o volume alto dificulta a conversa). Os preços e a comida são razoáveis. Para um lanche, uma boa opção é a Ohana, hamburgueria artesanal na chapa, fica na Rua Guariroba. Fomos conhecer também a Risoteria e Café Santo Cerrado, mas não chegamos a comer lá. O local pareceu bem aconchegante. Funciona de terça a domingo após às 17 horas. Na mesma estrada que leva até a Cachoeira do Segredo tem o Restaurante Moringa de comida regional com toques autorais. O local é agradável e os preços um pouco mais altos. Vale a pena conhecer.
São Jorge é o lugar certo para quem gosta de natureza. São muitas as opções: mirantes; cacheiras de fácil acesso e cachoeiras escondidas; trilhas curtas e longas, leves e pesadas; os encantos do Parque Nacinal da Chapada dos Veadeiros; o cerrado exuberante. Melhor planejar antes e traçar um roteiro para explorar bem a região, lembrando que imprevistos podem mudar tudo.
Para nossos amigos, a Chapada dos Veadeiros era novidade, então, a ideia inicial era explorarmos o Parque, algumas cachoeiras que ainda não conhecíamos e voltarmos a outros lugares que já havíamos visitado. No entanto, como minha esposa torceu o pé no terceiro dia de passeio ainda lá em Cavalcante, tivemos que ajustar a programação, priorizando atrativos de mais fácil acesso. As trilhas do Parque e a Cachoeira do Dragão, por exemplo, vão ficar para outra oportunidade.
Como não faltam opções de passeios na região da Chapada dos Veadeiros, em pouco mais de três dias, visitamos o Mirante do Pôr do Sol, o Vale da Lua, as cachoeiras do Segredo, do Lajeado e Cordovil.
O Mirante do Pôr do Sol foi o primeiro lugar que fomos conhecer assim que chegamos a São Jorge, por indicação do proprietário da pousada, o Marco. Fica a apenas 3 km da Vila por estrada de terra.
O local é privado e promove festas ao pôr do sol. A infraestrutura conta com bares e quiosques de comida, banheiros, palco, cadeiras e poltronas feitas de pneu reciclado. Quando chegamos, havia uma banda tocando música ao vivo (e de qualidade) e depois que o sol se pôs, um casal de malabaristas fez uma apresentação com tochas (pirofagia), um espetáculo bem bonito.
A principal atração, no entanto, não poderia ser outra – o pôr do sol. Demos sorte, o céu estava limpo e o sol proporcionou um belíssimo espetáculo no horizonte. Vale a pena passar algumas horas por lá. O ambiente é bem descontraído e agradável.
Para entrar paga-se R$ 30,00 pelo estacionamento e R$ 40,00 pelo ingresso (maior de 60 anos paga a metade). Abre todos os dias. Contato: Whatsapp 61 3020-2624, Instagram , site.
A Cachoeira do Lajeado é uma das mais próximas da Vila de São Jorge, são apenas 2,5 km no asfalto e 3 km de terra.


No dia seguinte a nossa chegada, domingo, fomos conhecer a Cachoeira Morada do Sol (sentido Colinas do Sul), mas ao chegarmos o responsável pelo local disse que não seria possível entrar porque havia chovido muito na noite anterior e a água estava turva e com forte correnteza. Como estávamos procurando apenas atrativos de fácil acesso (minha esposa havia torcido o pé dias antes), ele nos indicou a Cachoeira do Lajeado, ali pertinho, excelente dica. A trilha é curta e fácil, a cachoeira é bem bonita e tinha poucas pessoas no local.
Aqui vale uma observação. Boa parte dos turista voltam para casa no domingo e pegam a estrada no sentido Alto Paraíso, aproveitando para curtir alguma cachoeira no caminho. Por essa razão, costumam ficar bem cheias. Como ainda ficaríamos alguns dias em São Jorge, optamos por atrativos no sentido oposto, rumo a Colinas do Sul. Escolha acertada.
Chegando na recepção da Cachoeira do Lajeado fomos recepcionados por simpáticos ETs e depois recebemos informações sobre o atrativo.


Da recepção até a primeira queda d’água são apenas 600 metros, percorridos em uma trilha bem demarcada, de nível fácil.




A propriedade tem três cachoeiras: Poço das Crianças, Cachoeira do Lajeado e Poço do Escorregador, bem próximas uma da outra.
A primeira, Poço das Crianças, tem uma queda pequena e um poço bem raso, ideal para crianças.

A segunda, a cachoeira que dá nome ao atrativo, Cachoeira do Lajeado, é a mais bonita na minha opinião e foi onde escolhemos ficar.





A terceira, Poço do Escorregador, como o nome mesmo diz, é onde as pessoas brincam de escorregar.

Estas cachoeiras são bem próximas da nascente, por este motivo, o volume de água é bastante reduzido na época de seca, chegando a ser fechada em junho, só reabrindo com o início das chuvas em outubro.
Para acessar o local o ingresso custa R$ 40,00 (acima de 60 anos paga a metade, até 10 anos e PCD não pagam). Foi a mais barata que visitamos. Não é necessário estar acompanhado de guia. Funciona das 9 às 16 horas. Contato pelo telefone (62) 99812-0127 e Instagram.
Na recepção tem um amplo estacionamento e sanitários.


O Vale da Lua é um dos atrativos mais conhecidos de São Jorge. Está localizado na estrada que liga a Vila a Alto Paraíso. São 6 km de asfalto e depois 3,5 km de terra.
A trilha da recepção até as formações rochosas é fácil, apenas 600 metros. No final da trilha tem uma grande pedra que serve de mirante para apreciar o vale.



O Vale da Lua é bem diferente dos demais atrativos da região e recebe este nome devido a sua formação rochosa peculiar, que parece a superfície da lua com várias crateras circulares e lisas esculpidas pelo tempo. A formação rochosa é cortada pelo Ribeirão São Miguel, formando dois poços para banho e pequenas quedas d’água. O último poço é o mais recomendado para entrar. E era o único que estava liberado para banho no dia em que estivemos lá devido às fortes chuvas nas noites anteriores.
O Ribeirão São Miguel sofre interferência direta do fenômeno conhecido como cabeça d’água, que ocorre na época das chuvas. Para alertar os visitantes o Vale da Lua tem apoio de um salva-vidas, que soa um apito caso ocorra o evento lá na cabeceira, para que dê tempo das pessoas sairem do local. Pela mesma razão, não é recomendável passar para a outra margem do rio, pois não há pontos de fuga. Além de ser um local que requer atenção na época das chuvas, é recomendado não andar nas pedras muito próximas do curso da água, pois se escorregar a consequência pode ser grave. Atenção total com as crianças.
O ingresso para o Vale da Lua custa R$ 50,00, em dinheiro ou pix (acima de 60 anos paga meia entrada). Na recepção tem amplo estacionamento e sanitários. O local funciona das 8 às 16 horas. Não é necessário guia. Contato pelo Instagram.


A Cachoeira Cordovil é o atrativo mais conhecido do Santuário Volta da Serra. Além dela, é possível conhecer o Poço das Esmeraldas, a Cachoeira do Encanto (ou Encontro – nome antigo) e a Cachoeira do Rodeador. As cachoeiras são formadas pelo Ribeirão São Miguel, o mesmo do Vale da Lua.

O Santuário está localizado a 9 km de São Jorge, sentido Alto Paraíso (estrada asfaltada), depois são 3 km de terra até o Centro de Visitantes (onde se paga a entrada), e mais 6 km até o estacionamento 3, onde começam as trilhas.

O horário de acesso às cachoeiras é das 8 horas às 13h30 e a saída é até as 17 horas (saída do Centro de Visitantes). O ingresso custa R$ 60,00 (acima de 60 anos paga meia) e o pagamento pode ser em dinheiro, PIX ou cartão. Para informações, o telefone é (61) 99972-1886 (WhatsApp) e Instagram.
As trilhas são bem sinalizadas e de baixa dificuldade. Não é obrigatório guia.


O Poço das Esmeraldas é o que tem a menor trilha, são apenas 300 metros do estacionamento 3 até lá. Não achei nada demais, mas vi fotos bem bonitas do local, talvez pela maior incidência de sol.



Voltamos um pouco pela trilha do Poço das Esmeraldas e pegamos o acesso para as cachoeiras do Encanto e Cordovil.
Optamos por ir até a última cachoeira primeiro, a Cordovil (1,2 km do estacionamento 3) e depois para a do Encanto (700 metros do estacionamento 3). Apenas 500 metros entre as duas cachoeiras.
A Cachoeira do Cordovil tem uma queda d’água de 44 metros de altura e um poço grande e bom para banho. Vimos ali um belo arco-íris se formar.



Na volta, passamos pela Cachoeira do Encanto. Embora menor também é bem bonita.




O acesso à Cachoeira do Rodeador estava fechado. Ele será aberto em junho, época em que as chuvas já terão acabado. A Cachoeira do Caminho da Lua também pertence ao Santuário, mas o acesso é pela estrada do Vale da Lua. O ingresso para o Caminho da Lua é pago separadamente.
Na volta das cachoeiras paramos no Centro de Visitantes para comprar café especial, produzido pela fazenda, que também produz mel e própolis.




Algumas informações no site oficial da Fazenda estão diferentes do blog, por exemplo, as distâncias, talvez seja a referência do ponto de partida. Aqui, a referência é o estacionamento 3. Outro dado diferente é o nome da Cachoeira do Encanto (nome novo), no site consta Cachoeira do Encontro (nome antigo).
A Cachoeira do Segredo foi a última que visitamos em São Jorge. Está localizada a 11 km da Vila, sentido Colinas do Sul (trecho de asfalto) e depois, até a recepção, mais 6 km de terra, que não é dos melhores, é preciso ir devagar e com atenção.
Na recepção tem um amplo estacionamento e sanitários. O ingresso para a cachoeira custa R$ 60,00 (a partir de 1º/06/2025 passará para R$ 70,00), (acima de 60 anos paga-se a metade). O local funciona das 8 às 13 horas. Não é obrigatório guia. Para mais informações: (62) 99623-1312 e Instagram.


A trilha para a cachoeira é bem demarcada, a maior parte plana, alguns pequenos trechos com degraus e outros com pedras. O trajeto é bem bonito, boa parte é margeando o rio super cristalino, passando por várias pontes pênseis. A trilha tem 3,5 km (7km ida e volta), sendo 2,5 km à sombra e 1 km ao sol. É uma trilha bem tranquila e dá para percorrê-la com calma em cerca de 50 minutos.
No caminho para a Cachoeira do Segredo tem dois poços para se refrescar e descansar. Há sanitários na área de descanso do primeiro poço.



Chegando ao final da trilha, logo após uma curva, eis que surge a nossa frente o segredo: a majestosa Cachoeira do Segredo, que surpreende a todos com sua queda de 94 metros de puro espetáculo (as fontes que consultei trazem informações divergentes sobre a altura, algumas registram até 130 metros). Ficamos um bom tempo por ali só apreciando sua beleza.



Quando saímos do estacionamento da Cachoeira do Segredo já passava de 16 horas. Estávamos famintos. Ainda na estrada de terra, vimos uma placa para o Restaurante Moringa e fomos experimentar. O local é bem agradável, o atendimento e a comida são muito bons, mas não há muitas opções no cardápio; e o preço é um pouco mais alto que na cidade. Valeu a experiência.



É muito difícil escolher o melhor atrativo na Chapada dos Veadeiros, pois muitos fatores influenciam nossas escolhas, como se o dia é de chuva ou sol, por exemplo, mas se eu tivesse apenas um dia em São Jorge, dos locais que conhecemos desta vez, escolheria a Cachoeira do Segredo. Foi mesmo uma grata surpresa.
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é um dos atrativos imperdíveis na Chapada dos Veadeiros. Infelizmente, não foi possível visitá-lo novamente dessa vez, mas estivemos na recepção para pegar algumas informações e poder compartilhá-las com o leitor.
O Parque tem três trilhas: a amarela (Saltos, Carrossel e Corredeiras – 11 km ida e volta, considerada moderada), a vermelha (Cânion e Cariocas – 11 km ida e volta, considerada moderada) e a azul (Seriema – 800 metros, considerada fácil). É possível também fazer a Travessia São Jorge – Capela, são 25 km de trilha pesada, que pode ser feita em um dia ou pernoitando e percorrendo o trajeto em dois dias.
Uma novidade é que agora o Parque dispõe de um transporte para os visitantes que não estão muito dispostos a fazer as trilhas vermelha e amarela a pé. A van leva o visitante por R$ 30,00 na ida e cobra R$ 40,00 a volta. Assim, é possível ir e/ou voltar de van. Mas, de qualquer forma, será necessário caminhar um pouco. Informe-se no Parque sobre o nível de dificuldade de cada trilha e sobre os horários da van.
O ingresso para acesso ao parque, que antigamente tinha um valor simbólico, atualmente acompanha o preço das cachoeiras privadas, e custa R$ 47,00 a inteira e a metade para maiores de 60 anos. Já o estacionamento, que era gratuito, passou a ser pago: R$ 30,00.
Em São Jorge não tem posto de gasolina, então abasteça seu carro em Alto Paraíso, onde há um posto bem próximo ao trevo para São Jorge. Também não tem agências bancárias nem caixas eletrônicos.
No início da semana, muitos restaurantes e lanchonetes não abrem, sugiro levar algum lanchinho para comer fora de hora e nas trilhas, além de água mineral ou filtrada. A água da Vila é de boa qualidade, mas não é tratada.
Não tem hospital em São Jorge, a Vila conta apenas com um posto de saúde. Em casos mais sérios é necessário recorrer ao Hospital de Alto Paraiso, que fica a 36 km. Tenha também um kit de primeiros socorros, remédios para dor e antialérgico, e seus remédios habituais.
Para as trilhas, é bom usar um calçado fechado e levar repelente, protetor solar, boné ou chapéu, lanche e água, além da roupa de banho, claro, pois será difícil resistir a um banho de água fria nas cachoeiras.
Antes, informe-se bem sobre o fenômeno cabeça d’água, principalmente na época das chuvas.
Bom passeio!

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